Jogada10
·17 de setembro de 2026
Gabriel Pereira revela passado como atacante antes de chegar ao Vasco

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O zagueiro Gabriel Pereira foi, enfim, apresentado pelo Vasco, no CT Moacyr Barbosa, após o treino desta quinta-feira (17/9). O defensor, que chega por empréstimo junto ao Copenhagen (DIN), revelou que teve uma trajetória pouco convencional até se firmar na posição. Antes de atuar como zagueiro, ele jogava como atacante e meio-campista ofensivo no futebol amador e nas categorias de base.
Segundo Gabriel, a experiência no ataque contribuiu para sua formação como defensor. Afinal, o jogador acredita que conhecer os movimentos dos adversários por já ter exercido a função pode ajudá-lo dentro de campo.

Gabriel Pereira vestirá a número 55 no Vasco – Foto: Matheus Lima/Vasco
“Joguei muito amador e jogava mais na parte do ataque, como meio-campo/atacante, do que mesmo como zagueiro. Acredito que isso hoje me ajuda a ter o entendimento do que os atacantes costumam fazer, porque eram coisas que eu também fazia. Então acredito que isso facilita um pouco o meu trabalho como defensor hoje e acredito que foi um bom aprendizado. É como eu falei, acho que minha escola no futebol foi a rua e tenho orgulho disso”, afirmou.
A chegada ao Vasco também representa um retorno ao Rio de Janeiro para Gabriel e sua família. O defensor, revelado pelo Volta Redonda, contou que não precisou pensar muito quando recebeu a proposta para defender o clube.
“Acho que o tamanho do Vasco, que é a história do Vasco, fala por si só. Então, quando eu tive a proposta, eu não pensei duas vezes em estar aqui, estar de volta ao Rio de Janeiro, e pelo clube como o Vasco foi uma felicidade enorme, tanto para mim quanto para minha família”, disse.
Antes mesmo de chegar, Gabriel procurou conhecer melhor o estilo de jogo do Vasco. Dessa forma, o zagueiro buscou acelerar o processo de adaptação ao novo clube.
“Desde quando eu fiquei sabendo que tinha interesse do Vasco, eu procurei bastante assistir os jogos e entender bastante do estilo de jogo. É uma coisa que eu gosto muito – entender como um time joga, para que eu pudesse chegar aqui o mais adaptado possível”, explicou.







































