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·18 de março de 2026

Gol cabo-verdiano e pênalti defendido no fim: Operário elimina Londrina da Copa do Brasil

Imagem do artigo:Gol cabo-verdiano e pênalti defendido no fim: Operário elimina Londrina da Copa do Brasil

Uma semana após conquistar o Campeonato Paranaense sobre o Londrina (e na casa do rival), o Operário voltou a aprontar para cima do Tubarão no Estádio do Café. Agora pela Copa do Brasil, o Fantasma foi letal fora de casa e, com um belo gol do cabo-verdiano Hildeberto e um pênalti defendido por Vágner no último minuto, venceu por 1 a 0.

Com o resultado, o OFEC se mantém vivo na Copa do Brasil e garante o avanço para a quinta fase. O próximo adversário do alvinegro paranaense será conhecido após realização de sorteio.


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Brilho cabo-verdiano é suficiente

Empurrado por seu torcedor, o Londrina adotou uma postura agressiva e se lançou para o ataque. A primeira grande chance surgiu com Gilberto, que aproveitou lançamento da direita, desviou de cabeça e carimbou o travessão.

Do outro lado, o Operário, com um jogo mais reativo, compactou bem suas linhas e ficou à espera de um erro do Tubarão para encaixar a transição e surpreender o adversário. E assim foi.

Aos 16, após erro na saída de bola do LEC, Pablo recebeu na referência, fez bem a parede e entregou para Hildeberto. O cabo-verdiano recebeu na direita, se livrou da marcação e, de perna canhota, colocou no ângulo, marcando um golaço.

Na sequência do primeiro tempo e até mesmo na volta do intervalo, o jogo ganhou um ritmo mais moderado, o que beneficiou e muito as pretensões do Operário.

Apesar da necessidade de buscar o resultado, o Londrina foi muito lento nas construções e sofreu com a falta de repertório de seu meio campo, que praticamente não municiou os homens de frente.

Ainda assim, o Tubarão buscou um abafa nos minutos finais e quase foi premiado com polêmica no apagar das luzes. No último lance do jogo, Miranda foi cortar cruzamento da esquerda, a bola desviou no corpo do zagueiro (e posteriormente resvalou no braço) e o árbitro marcou pênalti.

Como não tem VAR na Copa do Brasil, a penalidade foi mantida. Na cobrança, porém, o goleirão Vágner mostrou todo seu heroísmo, defendeu a cobrança de Bruno Santos e garantiu o Operário na quinta fase da Copa do Brasil.

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