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·14 de junho de 2026
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·14 de junho de 2026
O Grêmio atingiu uma marca incômoda nos seus bastidores comerciais: o clube completou seis meses sem um patrocinador máster para estampar a área nobre de sua camisa.
A última vez que o Tricolor Gaúcho preencheu o espaço frontal foi no dia 8 de dezembro, no encerramento do Brasileirão do ano passado, por meio de uma ação pontual de duas partidas com a marca Energia Bet.
Desde então, o clube segue sem um parceiro fixo e lida com um prejuízo financeiro considerável.
Em meio ao cenário de incertezas, o ge detalhou como anda a situação financeira e a busca por parceiros.
Confira a seguir!
Prejuízo estimado: De acordo com projeções baseadas no antigo contrato com a Alfa Bet, o Grêmio deixou de arrecadar pelo menos R$ 24,9 milhões neste período de seis meses. O vínculo anterior previa o pagamento de R$ 50 milhões anuais (cerca de R$ 4,16 milhões por mês).
A rescisão com a Alfa Bet: O contrato com a antiga parceira havia sido anunciado em fevereiro de 2025, em uma parceria conjunta com o Internacional. No entanto, o Grêmio pediu a rescisão em dezembro por conta de atrasos nos pagamentos que ocorriam desde setembro.
Acordo ignorado: Em março deste ano, o clube gaúcho chegou a costurar um acordo de confissão de dívida com a Alfa Bet para receber R$ 12 milhões em oito parcelas a partir de abril. Contudo, a empresa não pagou nenhuma das cotas até o momento.
Histórico de problemas: No ano passado, o Grêmio já havia enfrentado problemas com patrocinadores ao romper com a empresa Pix das Estrelas. Na ocasião, a marca gerou polêmica ao propor uma espécie de "mutirão de Pix" entre os torcedores para financiar a contratação de um reforço na janela de transferências, o que acabou não se concretizando.
A Busca por Novos Parceiros no Mercado
O processo para encontrar um novo patrocinador principal está sendo liderado pelo CEO do clube, Alex Leitão. O Grêmio abriu conversas com pelo menos cinco empresas – sendo duas casas de apostas e três de segmentos variados –, mas nenhuma proposta avançou para assinatura. A expectativa interna é que as tratativas ganhem força após o término da Copa do Mundo FIFA.
Apesar da falta do patrocinador máster, o CEO destacou que o clube conseguiu faturar cerca de R$ 150 milhões no primeiro semestre por meio de nove novos contratos comerciais, sendo quatro deles para o uniforme.
Atualmente, a camisa tricolor conta com a marca da Havan nos ombros (anunciada em fevereiro) e da Tintas Coral na parte frontal superior (vínculo renovado em janeiro). Leitão participou recentemente de reuniões em Nova York com a CBF para discutir modelos de negócios e a criação de uma liga única de futebol.

📸 SILVIO AVILA - AFP or licensors







































