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·31 de março de 2026
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·31 de março de 2026
A diretoria do Grêmio tem um grande desafio pela frente nas próximas semanas: definir o futuro de peças fundamentais do elenco comandado por Luís Castro.
Quatro jogadores titulares estão com seus contratos se aproximando do fim, o que acende um alerta nos bastidores do clube para evitar a perda de atletas importantes.
A situação mais urgente é a do volante Arthur, cujo vínculo se encerra já em junho. Embora o jogador tenha manifestado em entrevista ao ge o desejo de seguir no Tricolor, as tratativas são tratadas com cautela pela direção, e ainda não há avanços concretos.
Além disso, um retorno à Juventus, da Itália, com quem tem contrato até o meio de 2027, não está descartado.
Em março, Arthur falou ao jornal italiano Gazzetta dello Sport elogiando o estilo de jogo de posse de bola do técnico da Juve, Luciano Spalletti, e admitiu que poderia se adaptar bem ao esquema.
Outros três titulares, Pavon, Amuzu e Carlos Vinicius, possuem contrato apenas até o fim do ano.
Isso significa que, a partir de julho, eles já estarão livres para assinar pré-contratos com outras equipes e sair de graça ao final da temporada. Internamente, o Grêmio adota tranquilidade, nega que as conversas já tenham começado e planeja avançar nas negociações no que chamam de "momento apropriado".
A permanência de Carlos Vinicius é tratada como a negociação mais importante e com tendência de resolução fácil.
Artilheiro isolado do time na temporada com 11 gols (seis deles no Brasileirão), o centroavante é hoje o ponto de maior segurança da equipe.
Ele está totalmente adaptado a Porto Alegre, inclusive atuando fora dos gramados como pregador em cultos de igrejas na região.
Além disso, o contrato atual possui gatilhos que facilitam o "fico".
Existe uma cláusula de renovação automática até o fim de 2027 caso ele atue em 60% das partidas, meta muito provável, visto que ele jogou todos os 19 confrontos de 2026 até aqui.
Outro gatilho, porém improvável de se concretizar, é a extensão contratual em caso de convocação para a Copa do Mundo por Brasil ou Portugal.
Entre os suplentes, dois jogadores de 37 anos também vivem seus últimos meses de contrato, válido até dezembro.
O meia Willian tem sido bastante utilizado, somando 16 partidas (seis como titular), sendo o 10º atleta com mais minutos em campo no elenco.
Já o lateral Marcos Rocha vive uma situação bem diferente. Contratado em 2025 com status de titular e líder de vestiário, ele perdeu espaço sob o comando de Luís Castro e não entra em campo há 10 jogos.
Para se ter uma ideia, mesmo sem o lesionado João Pedro, o treinador português tem preferido improvisar o atacante Pavon na lateral direita em vez de utilizar o veterano.

📸 Wagner Meier - 2026 Getty Images









































