RTI Esporte
·18 de agosto de 2026
Grêmio prepara nova limpa e mira economia milionária; veja valor

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·18 de agosto de 2026

O Grêmio prepara uma nova rodada de mudanças no elenco. A direção trabalha para reduzir custos e abrir espaço na folha salarial. Além de Miguel Monsalve, afastado do grupo principal, e da negociação pela rescisão de Martin Braithwaite, o clube avalia outras três saídas.
A Agência RTI Esporte apurou que Fabian Balbuena, João Pedro e Marcos Rocha estão na lista. A ideia é encontrar uma solução para os contratos e diminuir o peso financeiro de jogadores que perderam espaço no time comandado pelo técnico Luís Castro.
A movimentação faz parte de uma reformulação mais ampla. O presidente do Grêmio, Odorico Roman, já havia estabelecido como prioridade a redução dos custos do futebol. A folha mensal está estimada em cerca de R$ 23 milhões.
Entre os nomes avaliados, Fabiam Balbuena representa o maior impacto individual. O zagueiro tem salário estimado em R$ 750 mil mensais e contrato até junho de 2027. João Pedro recebe aproximadamente R$ 370 mil por mês.
O lateral-direito tem vínculo até dezembro de 2027 e perdeu espaço com Luís Castro. Marcos Rocha, por sua vez, tem vencimentos estimados em R$ 450 mil mensais. O contrato do experiente lateral termina em dezembro de 2026.
Somados, os três representam aproximadamente R$ 1,57 milhão por mês em salários. Em um ano, o valor chega a R$ 18,84 milhões. Esse cálculo considera apenas os vencimentos estimados na folha salarial do departamento de futebol.
O movimento não deve parar nos três jogadores. Miguel Monsalve também está fora dos planos imediatos e treina separado do elenco principal. O colombiano tem contrato longo, até dezembro de 2028.
A diretoria tenta encontrar uma solução após o jogador recusar propostas para deixar Porto Alegre. Martin Braithwaite também negocia uma possível rescisão. O dinamarquês possui um dos maiores salários do elenco, estimado atualmente em cerca de R$ 2,2 milhões mensais.
Odorico Roman sabe que as rescisões também geram custos. No início do ano, sete rompimentos contratuais representaram R$ 45 milhões em despesas, embora os pagamentos tenham sido distribuídos ao longo de três anos.
Por isso, a economia não pode ser analisada apenas pelo salário retirado da folha. O clube precisa comparar o custo dos acordos com a redução das despesas futuras. Ainda assim, o objetivo é claro: diminuir a folha e deixar o elenco mais enxuto.







































