Grêmio x Atlético: coletiva de imprensa com Lucas Gonçalves | OneFootball

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·26 de fevereiro de 2026

Grêmio x Atlético: coletiva de imprensa com Lucas Gonçalves

Imagem do artigo:Grêmio x Atlético: coletiva de imprensa com Lucas Gonçalves

Pergunta: Queria que você analisasse essa partida, como você viu o jogo, principalmente com uma expulsão muito cedo. O Atlético poderia ter tido um resultado melhor?

LUCAS GONÇALVES: Um jogo que, aos 15′, tem o lance da expulsão, e condiciona completamente o decorrer da partida. Você tem um plano de jogo e a gente acreditava muito que pudesse conquistar um bom resultado aqui. Quando tu fica com um jogador a menos a partir dos 15′ do primeiro tempo, a estratégia precisa ser totalmente modificada. Muito difícil jogar tanto tempo com um jogador a menos.


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Inclusive, sobre a expulsão, acho importante falar que, não vou nem entrar no mérito se o Natanael deveria ser expulso, questão de interpretação, o VAR chamou. Mas alguns minutos antes, o Natanael teve um lance também, no qual sofreu um pisão. E o VAR não chamou. Que chamasse ele para interpretar se era lance de expulsão. Ele disse que houve força excessiva na expulsão do Natanael, que ele interpretasse no lance no qual o Natanael recebeu o pisão.

Ainda teve a situação do Vitor Hugo, zagueiro, uma disputa. O jogador do Grêmio abre o cotovelo, o Vitor Hugo tomou pontos no supercílio, corte enorme, e o VAR também não chamou para expulsar. A minha crítica é que usaram critérios diferentes.

A partir daí, tivemos que fazer duas linhas de quatro, deixar o Hulk na frente, nos manter compactos, não deixar o Grêmio criar situações de gol. Acho que a gente se defendeu muito bem, acabou o primeiro tempo, sem fazer alterações, conseguimos organizar bem a equipe. No intervalo, claro, com mais tempo, podendo conversar com os jogadores, fizemos a troca do Cissé, deu um pouco mais de combatividade no meio de campo, tentar explorar a velocidade dos jogadores de lado. Saberíamos que uma chance teríamos para fazer o gol. Infelizmente, saímos com um gol atrás. Quando tu coloca um bloco defensivo mais perto do gol, dá mais possibilidade ao adversário de finalização. Se essa finalização acontece, tem que ser mérito do adversário. Não podemos dar… Situações de infiltração e cruzamento, defendemos bem. No segundo tempo, demos chances de finalização de longe, e o Marlon foi feliz em um chute muito bom.

Mesmo assim, temos que ressaltar a competitividade dos nossos jogadores, brigaram até o final, foram corajosos, não se acovardaram na Arena do Grêmio, buscando o gol mesmo quando tomamos o segundo gol. Fomos ousados, arriscamos no final, e tivemos possibilidades, mesmo com um jogador a menos. Importante valorizar o que os jogadores fizeram hoje, mesmo sem ter conquistado o resultado, que era o que a gente queria.

Pergunta: Sobre os gols sofridos, a sensação é que o Atlético facilita para o adversário. Um gol de bola parada que ninguém sobe, problema crônico. Como você avalia isso e como isso pode ser melhorado? Quando o Atlético estava no seu melhor momento, outro gol sofrido no qual o adversário teve facilidade de evoluir até a finalização de fora da área…

LUCAS GONÇALVES: O primeiro gol foi um cruzamento depois de uma falta lateral de um primeiro cruzamento. É uma bola difícil de defender. Claro, precisamos melhorar nesse tipo de lance. Essa marcação dentro da área, na hora que a bola é cruzada. Mas, quando surge o primeiro cruzamento, que é da falta, a bola vai para outro lado, e é difícil se reajustar para defender o segundo cruzamento, e a bola entra no segundo pau. Claro que houve falha coletiva de marcação. Importante rever isso, e o próximo treinador vai buscar corrigir essas dificuldades.

O segundo gol eu acho mais mérito do Marlon. Por mais que você saia para pressionar, quando temos um jogador a menos, precisamos ficar mais perto da nossa área para defender o gol. Isso cria mais chances do adversário ter o chute de média distância. Melhor ele arriscar fora da área do que desenvolver, desequilibrar a minha defesa e ter uma finalização mais perto. Não tem como cobrir as duas possibilidades. O bloco defensivo balança de um lado e do outro. Fica uma situação difícil, até mesmo de o jogador chegar para pressionar o chute, porque ele está fazendo várias ações em sequência. Mas também tem o mérito do chute do adversário.

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