Guarda-redes com 34 jogos no Benfica recorda chegada atribulada ao Clube: "Estava um caos" | OneFootball

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·25 de maio de 2026

Guarda-redes com 34 jogos no Benfica recorda chegada atribulada ao Clube: "Estava um caos"

Imagem do artigo:Guarda-redes com 34 jogos no Benfica recorda chegada atribulada ao Clube: "Estava um caos"

Helton Leite, antigo guarda-redes do Benfica, que representa atualmente o Vila Nova, da segunda divisão brasileira, deu uma entrevista recentemente e recordou a sua passagem nos encarnados. O guardião admitiu que a chegada à Luz em 2020/2021 não ocorreu no momento certo, devido à instabilidade do Clube naquela fase.

"Foi um período um pouco turbulento para o Clube, porque eles perderam o campeonato, perderam a Taça de Portugal, Bruno Lage tinha saído, estavam com Nelson Veríssimo e depois contrataram Jorge Jesus, que saiu do Flamengo. (...) Estava tudo muito confuso e um ambiente muito mexido, com um Benfica sem títulos, com muita mudança, e quatro semanas depois, já tinha pré-eliminatória da Champions, só que não se podia fazer estágio pré-época, porque ainda havia restrição de covid-19. Foi realmente um caos, muitos jogadores a entrar e a sair", recordou, em entrevista ao "Tribuna", do jornal Expresso.


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O atleta de 35 anos classifica Jorge Jesus - que falou sobre o seu futuro - como um técnico que leva os jogadores ao seu limite. "Ele é top, sou grande fã do mister. É uma figura, mas é um especialista em testar as pessoas. Não entendi isso na altura, mas desde o dia zero ele já está a testar toda a gente. E não era testar só dentro de campo; testava o quanto aquela pessoa quer, o quanto aquele jogador pode adaptar-se, o quanto vai aguentar e suportar a pressão e vai fazer realmente aquilo que ele deseja. É um teste trabalhar com ele. Não digo cansativo, digo que é exigente trabalhar com ele" , disse.

Helton Leite também falou da exigência que existe dentro do Benfica. "Em 2020/2021, terminámos na 3ª posição, o que é péssimo para o Benfica. O Benfica é campeão ou fracasso. Terceiro lugar então é muito fracasso", falou.

Acerca de Roger Schmidt, o guarda-redes brasileiro considera o treinador alemão como uma pessoa "diferenciada". "Existia um sentimento de desconfiança de ver o que ia acontecer com a entrada do Roger Schmidt. Logo na primeira semana fez uma reunião individual com todos os jogadores. Ele era direto, muito educado, uma pessoa super diferenciada no trato com o atleta", finalizou.

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