Blog do São Paulo
·22 de março de 2026
Incompetente e Ineficaz, Calleri tenta blindar São Paulo criticando retranca do Palmeiras

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·22 de março de 2026

O clássico entre São Paulo e Palmeiras ganhou mais um capítulo recente — e, mais uma vez, com sabor amargo para o lado tricolor. Após a derrota por 1 a 0 no Morumbi, o atacante Jonathan Calleri não escondeu a frustração com o momento da equipe no Choque-Rei e fez declarações que rapidamente repercutiram entre torcedores e analistas.
O argentino, que é uma das principais lideranças do elenco, reconheceu o incômodo com a sequência negativa diante do rival. O dado é pesado: o São Paulo chegou ao 12º jogo sem vencer o Palmeiras, acumulando oito derrotas e quatro empates nesse período.
E não foi só isso. Calleri também aproveitou para dar uma leve cutucada no estilo de jogo do adversário, em uma fala que mistura análise e provocação — algo comum em clássicos desse tamanho.

A frase mais marcante da entrevista veio quando Calleri comentou sobre o comportamento do Palmeiras em campo. Segundo ele, o rival segue um roteiro praticamente previsível:
“Faz um gol cedo e depois joga do meio para trás… sempre jogam igual.”
Essa declaração abre margem para duas interpretações. Por um lado, pode soar como uma crítica direta ao estilo mais reativo do Palmeiras, que muitas vezes prioriza a solidez defensiva após sair na frente. Por outro, revela uma leitura tática clara: o São Paulo até consegue ter mais posse e controle do jogo, mas não transforma isso em chances reais.
E aqui entra um ponto crucial: dominar a bola não significa dominar o jogo. O Palmeiras, conhecido por sua eficiência, muitas vezes precisa de pouco para decidir.
No clássico mais recente, o cenário seguiu exatamente o que Calleri descreveu. O Palmeiras marcou logo no início — aos cinco minutos — e, a partir daí, passou a controlar o ritmo da partida.
Já o São Paulo teve mais posse e tentou construir jogadas, mas esbarrou em um problema recorrente: a falta de criatividade no terço final. O próprio Calleri admitiu isso ao dizer que o time “jogou mais”, mas praticamente não conseguiu levar perigo ao gol adversário.
Esse tipo de jogo levanta uma questão importante: de que adianta controlar o jogo se não há agressividade ofensiva? É como ter a bola nos pés, mas sem saber o que fazer com ela.
No futebol, sequências negativas não são apenas números — elas entram na cabeça dos jogadores. E no caso do São Paulo contra o Palmeiras, isso já começa a se tornar um fator psicológico relevante.
O Choque-Rei é um dos maiores clássicos do Brasil, com uma rivalidade que existe desde 1930 e já soma centenas de confrontos equilibrados. Mas quando um lado passa tanto tempo sem vencer, a pressão aumenta a cada novo encontro.
Calleri até tentou relativizar a sequência, lembrando títulos conquistados sobre o rival, mas o incômodo é evidente. Afinal, em jogos de alto nível, o retrospecto recente costuma pesar — e muito.
A fala de Calleri também serve como um diagnóstico interno. O São Paulo precisa transformar posse de bola em perigo real. Isso passa por alguns ajustes claros:
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