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·07 de julho de 2026
Instrutores FIFA comandam os treinos em Madrid

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O segundo dia na Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF), em Madrid, foi pautado pelas atividades cognitivas. Este trabalho envolveu o processo de informações dos árbitros nas partidas somado à tomada de decisão e execução em fração de segundos. Este trabalho foi dividido em dois períodos devido ao forte calor na capital espanhola.
Pela manhã, os árbitros da categoria PRO CBF realizaram atividades cognitivas no campo da RFEF alternado com trabalho de força na academia. A coordenação ficou por conta de Jean-Baptiste Bultynck, analista físico e técnico de arbitragem da FIFA, e por Jorge Martinez, coordenador da área física da Federação Espanhola de Futebol. Para Anderson Daronco, as operações realizadas em Madrid reforça o profissional de arbitragem, mas também mostra a força do coletivo.
“Esse trabalho é uma forma da gente crescer, crescer individualmente, mas também crescer enquanto coletivo de árbitros. Conversamos com profissionais de um outro continente, analisamos a forma com a qual eles tratam a arbitragem e também temos como estudo o conteúdo dos instrutores da FIFA. É o momento de absorver todas essas orientações e colocar em prática no Brasil. Cada árbitro está aproveitando da melhor forma possível, seja o trabalho físico aqui desempenhado, uma metodologia de treinamento e também a parte técnica. Mas também com algumas orientações. É realmente muito benéfico essa estada aqui”, disse o árbitro central.

Anderson Daronco durante o trabalho cognitivo realizado no campo da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF)Créditos: Fabio Souza/ CBF
À tarde, Lada Rojc, instrutora técnica da FIFA, comandou três tempos de aulas teóricas e vídeos para os árbitros brasileiros. No roteiro, tomadas de decisões e novas metodologias da FIFA relacionadas com as infrações em campo. A ideia da entidade máxima do futebol é mais tempo de bola rolando nas partidas.

Daiane Muniz reforça a evolução da arbitragem na retomada do Campeonato BrasileiroCréditos: Fábio Souza/ CBF
“Estamos trabalhando algumas valências dentro das atividades físicas necessárias que um árbitro precisa ter, principalmente para atuar bem em campo, nas demandas do futebol, em todas as dinâmicas. Um trabalho de força, resistência, velocidade, alta intensidade e também de instruções técnicas. Trabalhos muitos valiosos para nós, para o desenvolvimento dos árbitros brasileiros. Tenho certeza que a gente vai ter, com essa experiência e com essas trocas, uma grande evolução para a retomada do Campeonato Brasileiro”, disse Daiane Muniz.







































