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·26 de agosto de 2026
Invasão Viking: clube da Noruega retorna à Liga dos Campeões após 42 anos

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Depois do retorno dos austríacos do LASK Linz à Champions e da vaga inédita para o campeão do Azerbaijão, a Liga dos Campeões abriu as portas para a invasão viking dos noruegueses. Nesta quarta-feira, o atual campeão do país nórdico derrubou o Dinamo Zagreb e conquistou a vaga para a fase principal após 42 anos, a primeira vez desde o início da era moderna da Champions.
Depois do empate em 2 a 2 na Croácia, o Viking superou o susto no começo da partida e fez valer o fator mandante. Logo cedo, o Dinamo Zagreb abriu o placar com Arber Hoxha e jogou a responsabilidade para o lado nórdico.
Apesar da pressão de não frequentar a fase principal da Champions há mais de quatro décadas, o time norueguês iniciou a sua reação de forma imediata. Aos 18, Zlatko Tripic deixou tudo igual em cobrança de pênalti.
A virada e a confirmação do fim do tabu veio no segundo tempo. Aos três minutos, Edvin Austbo virou o placar e, dois minutos depois, Tobias Moi carimbou o passaporte viking para a Liga dos Campeões.
Com a vaga alcançada, o time norueguês retorna à primeira prateleira das competições europeias. O clube não frequentava a Champions desde a temporada 1983/84, quando terminou eliminado pelo Partizan na primeira fase eliminatória.
Em toda a sua história, o Viking acumula seis participações em Liga dos Campeões, todas sendo eliminado na fase inicial.
O Viking viveu a sua era vitoriosa na década de 1970, com quatro títulos consecutivos no campeonato nacional. Depois da fase gloriosa, o clube conseguiu levantar a taça três vezes nas décadas seguintes, sendo a última conquista em 1991.
Desde então, o clube continuou a sua queda de protagonismo no cenário nacional e viu novas potências emergentes, como Bodo/Glimt e Molde surgirem e dominarem o futebol norueguês ao lado do Rosenborg.
Em 2018, o clube passou pela sua maior adversidade e sofreu o primeiro rebaixamento da sua história. A volta na temporada seguinte simbolizou um momento de reconstrução do clube, que voltou a brigar pelo título nacional e encerrou o jejum na temporada passada.
O fim da espera de 34 anos veio em uma disputa frenética com o Bodo/Glimt, que chegava embalado por uma campanha histórica na Champions. O Viking aproveitou um tropeço do rival, faltando quatro rodadas para o fim, e assumiu a liderança com um ponto de vantagem.
As sete vitórias consecutivas - com 13 jogos de invencibilidade - na reta final sustentaram a pressão do Bodo e deram ao Viking a chance de voltar para a Liga dos Campeões.







































