Jogador mais velho da Copa do Mundo de 2026 anuncia aposentadoria | OneFootball

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·16 de julho de 2026

Jogador mais velho da Copa do Mundo de 2026 anuncia aposentadoria

Imagem do artigo:Jogador mais velho da Copa do Mundo de 2026 anuncia aposentadoria

Craig Gordon anunciou nesta terça-feira (15) sua aposentadoria do futebol aos 43 anos. O goleiro escocês encerra a carreira poucos dias depois de integrar a seleção da Escócia na Copa do Mundo de 2026, onde foi o jogador mais velho entre os 1.248 convocados para o torneio. Apesar da marca, Gordon não entrou em campo durante o Mundial. Reserva de Angus Gunn, ele permaneceu no banco de reservas nos três jogos da fase de grupos. Entre os atletas que efetivamente atuaram na competição, o mais velho foi Cristiano Ronaldo, que disputou a Copa aos 41 anos.


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Em um vídeo publicado nas redes sociais, o goleiro agradeceu pela trajetória com a seleção.

“Foi um privilégio representar vocês. Espero que tenham aproveitado tanto quanto eu. Do fundo do coração, obrigado”, declarou.

Gordon estreou pela seleção escocesa em 2004 e encerra sua passagem com 84 partidas disputadas, ocupando o quinto lugar na lista de jogadores que mais defenderam a Escócia. Ele ficou atrás apenas de Kenny Dalglish (102 jogos), Andy Robertson (97), Jim Leighton (91) e John McGinn (89).

Embora tenha disputado a Copa de 2026, o goleiro não conseguiu fazer sua estreia em um Mundial dentro de campo. A Escócia não participava da competição desde 1998.

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Craig Gordon durante treino da seleção da Escócia – Foto: Buda Mendes/Getty Images

Passagem do jogador pelo futebol de clubes

No futebol de clubes, Gordon construiu uma carreira de 25 anos e disputou 682 partidas. Revelado pelo Hearts, também vestiu as camisas de Cowdenbeath, Sunderland e Celtic.

Em 2007, foi contratado pelo Sunderland por cerca de 9 milhões de libras, valor que, na época, estabeleceu um recorde britânico para a contratação de um goleiro. No entanto, uma sequência de lesões limitou sua passagem pelo clube inglês.

Já no retorno à Escócia, viveu um dos períodos mais vitoriosos da carreira com o Celtic. Em seis temporadas, conquistou cinco títulos do Campeonato Escocês, duas Copas da Escócia e cinco Copas da Liga.

Desde 2020, defendia novamente o Hearts, clube onde iniciou sua trajetória profissional e pelo qual encerra oficialmente uma carreira marcada por longevidade e conquistas.

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