Anfield Index
·10 de agosto de 2026
Jornalista sugere retorno em janeiro de joia do Liverpool emprestada

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·10 de agosto de 2026

A derrota do Liverpool por 3 a 2 para o Monaco na pré-temporada ofereceu uma visão dividida de onde o elenco está no momento, com o primeiro tempo trazendo motivos para otimismo e o segundo expondo pontos que ainda precisam ser corrigidos. Falando de Anfield, David Lynch definiu o jogo como “mais um amistoso bastante esclarecedor para o Liverpool” e sua principal conclusão foi clara: a leitura mais confiável da equipe está no período inicial, e não nos minutos finais.
Como Lynch explicou, “no fim, o resultado pareceu até justo. Talvez um empate tivesse sido um reflexo mais preciso, porque acho que, muito parecido com o jogo contra o Leeds United no fim da turnê pelos Estados Unidos, foi novamente um jogo de dois tempos bem distintos: o Liverpool dominante, no controle do primeiro, jogando um futebol realmente excelente, e depois no segundo acabando caindo de rendimento, com o adversário crescendo e conseguindo a vitória.”
Essa avaliação importa porque, nas palavras de Lynch, a atuação do Liverpool no primeiro tempo foi cheia de “aspectos extremamente positivos” e pareceu “uma representação mais fiel do que vamos ver nesta temporada daqui para frente.”
Os números confirmaram a impressão visual. Lynch destacou “14 finalizações contra quatro do Monaco naquele primeiro tempo. Seis chutes no alvo contra três do Monaco. 28 toques na área adversária contra nove do Monaco.” Durante boa parte do jogo, o Liverpool teve superioridade territorial e estilística, encontrando com frequência caminhos para áreas perigosas e limitando o Monaco a muito pouco além de momentos isolados.
Lynch disse que o Liverpool estava “encontrando muita facilidade para chegar ao terço final e criar chances quando chegava lá” e acrescentou que “a única coisa que impediu o time de estar vencendo por 3 ou 4 a 0 foi uma boa atuação do goleiro, algumas finalizações talvez imprecisas, mas as chances estavam lá”. Ele também destacou o ritmo e a agressividade da atuação, dizendo que era “o tipo de futebol que acho que a torcida de Anfield quer ver. Era rápido, agressivo, levando a bola para frente o mais rápido possível.”
Ele chegou até a dizer que alguns elementos foram “meio que uma lembrança do Jurgen Klopp”, ao mesmo tempo em que ressaltou a intensidade da pressão, com “recuperações altas de bola com bastante frequência também”. Para um time que, na visão dele, “realmente teve dificuldades para criar chances e mostrar qualidade no terço final” no fim da temporada passada, essa mudança chamou atenção.
O Monaco assumiu o controle depois do intervalo e os números por trás disso também foram bastante claros. Lynch observou um “10 a 1 em finalizações para eles naquele segundo tempo, 5 a 1 em chutes no alvo e 15 a 4 em termos de toques na área adversária”. Ainda assim, ele teve cuidado ao avaliar o peso desse período.
Sua explicação se concentrou no volume e na natureza das mudanças feitas pelo Liverpool. “O jogo, o ritmo dele, fica um pouco quebrado”, disse ele, antes de acrescentar que “não é realmente surpresa, a partir daí, que eles comecem a ficar um pouco desorganizados e que o time piore à medida que faz cada vez mais mudanças, porque passam a colocar mais garotos na mistura, mais jogadores que estão à margem, alguns dos quais nem vão estar envolvidos nesta temporada.”
Essa distinção orientou sua análise. Lynch disse: “Eu simplesmente não acho que dá para tirar tantas conclusões do 11 que está em campo no fim e começa a perder o jogo, em comparação com o 11 que começa a partida, que é muito mais próximo do que vamos ver contra o Newcastle.” Ele resumiu de forma direta: “o primeiro tempo reflete muito mais o que vamos ver do Liverpool.”
Os pontos positivos individuais mais significativos, segundo Lynch, vieram de Alexander Isak e Florian Wirtz. Ele disse que eles “mostraram muita coisa naquele primeiro tempo sobre o que podemos esperar deles” e os chamou de “talvez as duas maiores decepções da temporada passada.”
Sobre Isak, Lynch disse: “se você o envolve no jogo, dá a ele 11 toques na área adversária ao longo de uns 60 minutos de partida, ele provavelmente vai marcar, porque é simplesmente tão perigoso assim.” Ele descreveu a finalização como prova de que “os instintos dele dentro da área são absolutamente brilhantes. Grande domínio, bate no canto imediatamente e abre a contagem ali.”
Wirtz, por sua vez, também chamou atenção. Lynch admitiu que “o fato é que o gol é realmente meio feio”, mas a atuação como um todo o impressionou. “Ele termina o jogo empatado com o maior número de finalizações de qualquer jogador ao longo dos 90 minutos de hoje, com quatro. Achei o jogo associativo dele fantástico. O fato de ele estar constantemente perto de Isak nesse sistema também funciona muito bem para os dois.”
Lynch foi ainda mais longe sobre o potencial da dupla, dizendo: “Eu simplesmente acho que eles podem explodir nesta temporada. Eu realmente acho.” Ele acrescentou: “Ninguém gosta de dizer ‘como uma nova contratação’, mas, no caso dos dois, não consigo pensar em expressão melhor. Eles realmente podem ser isso.”
Em outros pontos do ataque, ele também viu sinais úteis de Cody Gakpo e Kumas. “Achei que o Gakpo fez um bom jogo”, disse Lynch, acrescentando que “achei que o Kumas fez um bom jogo. Ele participou muito, muito mesmo.”
Lynch também ofereceu uma visão sobre o pensamento do Liverpool no mercado e em relação ao elenco. Ele disse que o Liverpool “precisa fazer contratações também, não há dúvida sobre isso, há áreas a serem resolvidas” e citou vários nomes nesse contexto. “Barcola, claro, sabemos que é o alvo número um. O Liverpool ainda está trabalhando para concluir isso”, afirmou, acrescentando ainda sobre outra chegada: “tive uma conversa com alguém hoje que disse que não está nem um pouco longe de acontecer.”
Também houve muitos elogios a Ndukwe após outra atuação chamativa. Lynch classificou a performance do jogador de 18 anos como “fenomenal” e disse: “ele é simplesmente um talento enorme”. Acrescentou ainda: “a principal conclusão disso tudo é que é uma grande pena que ele não possa jogar nesta temporada.”
Lynch também explicou uma conversa sobre os problemas de visto de trabalho de Ndukwe e descreveu uma situação em potencial em que a jovem estrela austríaca poderia somar pontos suficientes para conseguir uma permissão e jogar pelo Liverpool em janeiro.
Este artigo foi traduzido para o português por inteligência artificial. Você pode ler a versão original em 🏴 neste link.







































