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·30 de julho de 2026
Jornalista vaza salários do elenco do São Paulo em carteira: confira os valores

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·30 de julho de 2026

Documentos de contratos registrados na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apontam que a folha salarial do São Paulo destinada exclusivamente aos atletas sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) atinge R$ 9,15 milhões mensais. Contudo, a soma dos encargos trabalhistas obrigatórios eleva substancialmente o impacto financeiro da folha no orçamento tricolor.
A revelação foi feita pelo ‘Blog do Paulinho‘ nesta quinta-feira (30).
Com a incidência de tributos e provisões legais — como INSS patronal, FGTS, 13º salário e terço constitucional de férias —, o custo mensal total aproxima-se de R$ 14,3 milhões. Em projeção anual, o impacto dessa parcela atinge a marca de R$ 171,56 milhões.
Cabe ressaltar que os valores em carteira de trabalho não englobam despesas com direitos de imagem, luvas, premiações por metas atingidas ou comissões de intermediação pagas a agentes e empresários.
A estrutura salarial da equipe apresenta forte concentração nos principais nomes do elenco. Oito atletas — Lucas Moura, Jonathan Calleri, Luciano, Marcos Antônio, Wendell, Robert Arboleda e Ferreirinha — respondem por R$ 4,92 milhões mensais, o que representa aproximadamente 53,8% de todo o montante registrado na CLT.
O atacante Lucas Moura figura no topo da lista, com um vencimento registrado em carteira de R$ 1,17 milhão por mês. Ao computar os encargos trabalhistas incidentes, o custo individual do atleta alcança cerca de R$ 1,82 milhão mensais antes da adição de valores referentes a direitos de imagem.
O peso do investimento em recursos humanos ocorre em meio a um cenário de restrição orçamentária no Morumbi.
A diretoria são-paulina convive com endividamento elevado e desafios contínuos no fluxo de caixa, o que tem exigido o recurso à antecipação de receitas e a busca por negociações de atletas para equalizar os compromissos financeiros do clube.
O apogeu dos gastos foi a punição de transfer ban imposta pela Fifa por não pagamento de cerca de R$ 6 milhões referentes à primeira parcela de compra em definitivo do meia Marcos Antônio.
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