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·12 de abril de 2026
José Mourinho: as declarações após o Benfica - Nacional

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·12 de abril de 2026

José Mourinho, treinador do Benfica, falou aos microfones da BTV para analisar a vitória encarnada por 2-0 diante do Nacional, no Estádio da Luz.
Embate: «25 remates, oito enquadrados, 15 pontapés de canto, 2-0. O resultado está desenquadrado com o que foi o nosso jogo. Tivemos muitas oportunidades para construir um resultado completamente diferente, não o conseguimos fazer, mas vencemos de forma merecida.»
Estratégia: «Temos dois miúdos em boa forma, o Schjelderup e o Prestianni, que têm crescido e parecem que não param de crescer. Não só fazem melhor aquilo que já faziam bem, como também passaram a fazer bem coisas que antes não eram capazes de fazer (...) O objetivo passava por entrar com intensidade e encurralar o adversário. Na primeira parte tivemos várias oportunidades para fazer o 3-0; não era nossa intenção deixar o jogo correr. O Nacional foi-se organizando e compactando.
O que importa são os três pontos, no entanto, queríamos fazer mais e melhor. Tivemos períodos muito bons. Em jeito de conclusão, o encontro foi globalmente dominado e controlado pelo Benfica.»
Adeptos: «Mais de 57 mil adeptos? Já não surpreende. Eu até tinha conversado com os jogadores para os preparar para a eventualidade de não termos um bom início e de termos de suportar a pressão de um público insatisfeito. Isso não aconteceu, estivemos sempre por cima do jogo.»
Estreia de Gonçalo Moreira: «Merece muito, não é uma oportunidade de crescimento, mas sim para premiar um jovem que não nasceu no Benfica, quase. Tem feito uma época extraordinária em todos os escalões. É com grande satisfação que eu e toda a estrutura do Seixal assistimos a este momento. Na próxima semana será altura de UEFA Youth League, com a mistura de vários escalões. Era bonito que ganhassem.»
Arbitragem: «Uma coisa que me agradou e que já tinha acontecido noutros países, foi um árbitro a dizer que se tinha enganado a um jogador. Dei-lhe os parabéns. O Veríssimo apanhou o Dahl ao túnel e pediu-lhe desculpa por ter mostrado amarelo. Era falta, mas não para cartão amarelo.»












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