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·28 de março de 2026
Léo Pereira diz que titularidade em estreia contra França não foi surpresa e projeta evolução na Seleção

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·28 de março de 2026

Titular em sua estreia pela Seleção Brasileira, o zagueiro Léo Pereira afirmou que a presença entre os onze iniciais não foi uma surpresa e avaliou de forma positiva sua primeira experiência com a camisa da equipe principal, apesar da derrota por 2 a 1 contra a França e participação em lances capitais.
O zagueiro destacou o nível elevado do adversário, a intensidade do jogo e tratou o confronto como um aprendizado importante neste início de trajetória pela Seleção, que tem a chance de dar resposta à torcida na próxima terça-feira, quando enfrenta a França.
“Desde quando eu vim para cá, eu já sabia dessa possibilidade de ter minutos, então não foi nenhuma surpresa para mim. Tinha em mente que poderia sim jogar em algum dos dois jogos. Veio no primeiro e acho que, independente, de quem estiver dentro de campo ali, Marquinhos, Magalhães, Bremer, Ibañez, Danilo, eu acho que todos estão fazendo o seu melhor e preparados para fazer o seu melhor pela seleção, pelo povo e com certeza eu quero sempre estar jogando, quero sempre estar fazendo o meu melhor por essa camisa, fazendo melhor pelos meus companheiros. Não foi a estreia dos sonhos. Não. Mas eu acredito que estou tranquilo e vou seguir trabalhando para que eu possa ter mais minutos.
Léo Pereira avaliou que o contexto da partida mudou ao longo do jogo, especialmente no segundo tempo, após a expulsão de um jogador francês, o que fez o Brasil ter mais posse de bola e uma postura mais ofensiva.
“É verdade que estive nos dois lances dos gols da França. Sou defensor, tenho que estar ali mesmo para defender, mas o cartão não condiciona meu jogo. Eu continuo jogando da mesma maneira. Logo no começo do segundo tempo, eles têm um jogador expulso, então a gente tem mais a bola, eles ficam menos com a bola e isso faz com que a gente jogue mais ofensivamente, do meio para a frente. Mas eu acho que o segundo tempo foi muito isso. No primeiro tempo, é verdade que a gente jogou no bloco médio ali e a gente não neutralizou muito algumas jogadas deles, mas eu acho que para uma estreia o saldo foi bom, deu para tirar essa ansiedade de primeiro jogo”, avaliou.
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Léo Pereira, aos 30 anos, teve a chance de estrear pela Seleção Brasileira e há poucos meses de Ancelotti definir a lista com os jogadores que irão disputar a Copa do Mundo neste ano. O jogador do Flamengo disse que o jogo contra a França foi o mais importante de sua carreira e projetou sua evolução vestindo a Amarelinha.
“Com certeza, o jogo passado (contra a França) foi um dos jogos mais importantes da minha carreira, senão o mais importante. E a gente comentou antes do jogo começar que seria um jogo, uma final para nós e para mim não foi diferente. Acho que eu considerei também como um dos jogos mais importantes da minha carreira, porque eu sabia da dificuldade, da responsabilidade que era jogar aquele jogo. E, por outro lado, também com a mente limpa, sabendo que eu tinha que fazer aquilo que que me trouxe, que me levou até vestir essa camisa. Então, foi isso que eu tentei fazer e aproveitar durante esse jogo e com certeza foi um dos jogos mais importantes da minha carreira”, afirmou.
“É um privilégio muito grande estar ali dentro de campo e poder defender e ter esses enfrentamentos que são importantes. Eu acho que estou num processo, num início de Seleção Brasileira e eu quero evoluir, continuar evoluindo e aproveitar o máximo cada oportunidade, cada conversa aqui dentro de campo, aqui dentro da seleção, seja com o estafe, com o Ancelotti e com os jogadores”, seguiu.
O zagueiro avaliou também sua participação nos lances do gol da França e apontou o que pode ser melhorado para o próximo compromisso.
“No lance do gol, um momento muito rápido e diante de um um dos maiores e jogadores da atualidade, um dos maiores jogadores em questão de velocidade também. E é um momento ali muito muito rápido. E acredito eu que esse o nível que os jogadores da França se encontram nesse momento é um nível bem alto e deu para sentir isso dentro de campo em alguns momentos. E ali, questão de detalhe, eu acho que a gente poderia ter feito melhor. De repente um movimento corporal melhor ou estar um pouco mais fechado eu e Bremer, mas infelizmente aconteceu esse lance e a gente sabe que qualquer detalhe ali para esses jogadores de frente que são fatais… Agora é corrigir esse detalhe que teve. Um detalhe que saiu o gol da França. Então a gente tem que tem que corrigir porque tem muita coisa ainda pela frente”, finalizou.









































