Portal dos Dragões
·27 de março de 2026
Lesão de Samu abre mais o mercado e expõe outros ativos do FC Porto

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·27 de março de 2026

No próximo verão, como é habitual nos maiores clubes nacionais, o FC Porto terá de valorizar financeiramente alguns dos seus jogadores, não só para assegurar o equilíbrio das contas da SAD, mas também para permitir novo investimento no plantel com vista à temporada 2026/27. Entre essas operações, mais do que qualquer outra, deverá surgir um encaixe particularmente elevado, num registo semelhante ao de Evanilson em 2024 (37 M€), já depois das saídas de Nico González (60 M€) e Galeno (50 M€) no inverno anterior.
Até há poucos meses, o jogador mais cotado do FC Porto no mercado era Samu, de 21 anos, avaliado pelo Transfermarkt, à data da lesão, em 50 M€. No entanto, a conhecida rotura de ligamentos do ponta-de-lança, que somava 20 golos em 32 jogos, depois dos 27 em 45 partidas de 2024/25, e que estava apontado ao Mundial’2026 ao serviço da Espanha, não só impediu Francesco Farioli de contar com o avançado titular durante quase toda a segunda metade da época – já depois de a principal alternativa, De Jong, ter sofrido lesão semelhante em setembro – como também aumenta a exposição de outros jogadores do plantel para a próxima janela de transferências.
Sem o efeito de proteção de Samu, em quem a SAD investiu um total de 32 M€ para garantir 100 por cento dos direitos económicos, o mercado azul e branco deverá abrir-se a outros nomes. A título de exemplo, e recorrendo ao mesmo portal, logo a seguir a Samu surgem os dragões mais valorizados: Diogo Costa (40 M€), Rodrigo Mora (38 M€), Alan Varela (32 M€) e Froholdt (30 M€), os únicos acima da fasquia das três dezenas.
A verdadeira dinâmica do mercado, que em anos de grandes competições de seleções – como o Mundial’2026 – costuma atrasar a concretização de transferências de grande dimensão, e a estratégia do FC Porto irão determinar quais os jogadores que podem ser negociados e por que valores. Ainda assim, é já certo que, sem Samu, a janela azul e branca ficará mais aberta.
Apesar de o Mundial’2026 poder atrasar por algumas semanas as principais transferências em vários campeonatos europeus, ao contrário do que sucedia em épocas anteriores, desde o verão passado que a SAD viu mitigada a necessidade de concretizar os encaixes mais relevantes até 30 de junho, reservando a maior parte dos investimentos para os exercícios iniciados a 1 de julho. Esse objetivo foi alcançado sobretudo com a venda dos passes de Nico González e Galeno em janeiro do ano passado. Agora, mesmo que seja necessário vender antes do fecho do exercício de 2025/26, a sociedade, que terminou o 1.º semestre com um resultado consolidado de 1,9 M€, terá maior margem para negociar as suas saídas.
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