Jogada10
·29 de janeiro de 2026
Luís Castro analisa derrota do Grêmio e pede paciência com processo da equipe

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·29 de janeiro de 2026

Após a derrota do Grêmio por 2 a 1 para o Fluminense, na estreia pelo Campeonato Brasileiro, no Maracanã, o técnico Luís Castro adotou um discurso sereno, mas firme, ao analisar o momento da equipe. Embora reconheça dificuldades, o treinador português reforçou que o time passa por um processo natural de construção. Ele, assim, pediu cautela nas avaliações.
Inicialmente, Luís Castro avaliou que o Grêmio conseguiu competir bem no primeiro tempo. No entanto, segundo ele, os gols sofridos na etapa final dificultaram a reação, mesmo com a equipe mantendo postura combativa até o fim.
“A primeira parte foi equilibrada. Contudo, na segunda parte, os dois gols nos criaram muitos problemas para buscar o resultado. Ainda assim, a equipe lutou muito e, depois do 2 a 1, podíamos ter chegado ao empate.”
Além disso, o treinador contextualizou a segunda derrota consecutiva e ressaltou que o time ainda está em fase inicial de trabalho. Para ele, apesar dos resultados, o desempenho já apresentou sinais de melhora.
“São dois contextos difíceis. Ainda assim, demos uma resposta melhor hoje do que no jogo passado. Estamos numa fase inicial da temporada.”

Disputa pela bola na partida entre Fluminense e Grêmio no Maracanã. Foto: Lucas Uebel/Grêmio
Questionado sobre a não utilização de Cuéllar, Luís Castro foi direto. Segundo ele, as escolhas fazem parte do planejamento e não devem ser tratadas como solução ou problema isolado.
“No futebol, quando não se atingem os objetivos, os melhores passam a ser os que não jogaram. Com as nossas avaliações, escolhemos o que é melhor para cada jogo. É uma questão de opção.”
Além disso, o treinador explicou que o desgaste físico influenciou nas decisões para o meio-campo.
“Mexemos no meio pelo desgaste do último jogo. Com 30 jogadores no elenco, alguém precisa ficar de fora.”
Por outro lado, Luís Castro fez questão de proteger os jogadores mais jovens, destacando que o processo de adaptação à equipe principal exige tempo e paciência.
“Temos de ter muito cuidado ao falar dos jogadores mais novos. Eles estão em construção e sentem muito a chegada à equipe de cima.”
Ainda assim, o técnico afastou a ideia de que as trocas tenham sido determinantes para a derrota.
“Não foi pelas mudanças que perdemos o jogo. Prefiro falar de dinâmica coletiva e não individual.”
Por fim, o comandante gremista reforçou que não pretende usar falta de tempo ou de jogadores como justificativa. Segundo ele, o caminho está definido, mesmo diante de um início complexo.
“Não vou me desculpar com falta de tempo ou de jogadores. As fragilidades ainda não estão totalmente resolvidas. Não somos uma equipe estável, nem ofensiva nem defensivamente. Contudo, é um processo normal e sabemos para onde queremos ir.”
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