MundoBola
·09 de março de 2026
Luís Castro expõe situação inédita com medalhas na final e dá 'aula' de postura ao rival do Grêmio

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·09 de março de 2026

O apito final sacramentou o título do Grêmio e deu início a uma grande festa tricolor no gramado, mas o protocolo da cerimônia de encerramento chamou a atenção de quem tem o mundo da bola como quintal de casa. Acostumado aos maiores palcos da Europa, o técnico Luís Castro se mostrou perplexo com um detalhe inusitado: a ausência da entrega de medalhas para a equipe vice-campeã.
Durante a entrevista coletiva pós-jogo, o comandante gremista não se calou diante do que considerou um vexame do cerimonial e, com a elegância de sempre, aproveitou para deixar um recado fortíssimo nas entrelinhas sobre a atitude do rival Internacional.
Sem papas na língua, Luís Castro apontou o dedo para a organização do campeonato, revelando que jamais havia presenciado tamanho desrespeito com o protocolo de uma decisão em toda a sua vasta trajetória no futebol.
"Eu nunca estive em uma final em que o adversário não recebe as suas medalhas. É a primeira vez na minha vida e a organização do campeonato deveria ter entregue essas medalhas. Acredito que foi uma falha da organização", disparou o treinador, evidenciando o amadorismo da situação.
O clima esquentou de vez quando o assunto passou a ser a postura do adversário. O Internacional não permaneceu no gramado para a cerimônia, algo que frequentemente gera debates sobre espírito esportivo. Recusando-se a atacar o rival diretamente, o técnico tricolor usou o próprio Grêmio como exemplo de grandeza na derrota.
Relembrando o doloroso revés por 4 a 2 sofrido anteriormente no clássico, Luís Castro deu uma verdadeira aula de postura. "Sobre o rival, não falo. Quando perdemos aqui de 4 a 2, dei os parabéns a eles porque nós merecemos perder e fomos embora para pensar no que tinha acontecido", completou o português.
O recado foi claro e certeiro: para o comandante gremista, a grandeza de um clube não se mede apenas na hora de levantar a taça, mas principalmente na forma como encara e respeita suas próprias derrotas. Com a medalha de ouro no peito e o moral lá em cima, o Grêmio de Luís Castro sai da final gigante tanto no placar quanto no discurso.
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