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·09 de janeiro de 2026
Luís Pinto: «Se estivermos presos ao que fizemos na meia-final, não vamos estar totalmente focados na final»

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·09 de janeiro de 2026

Vitória SC e SC Braga defrontam-se este sábado, às 20h, na final da Taça da Liga. Antes do encontro, Luís Pinto, técnico dos conquistadores fez a antevisão do mesmo.
Preparação do encontro: «Preparámo-nos com a preocupação de recuperarmos bem, tanto do ponto de vista físico como mental. A equipa de análise teve muito trabalho para resumir a informação e acreditamos que já temos alguns aspetos que serão importantes para o jogo. Ainda assim, estamos focados no que temos de fazer amanhã.»
Ndoye, suplente ou titular? «Primeiro dou-lhe os parabéns. A ele e a todos os outros por acreditarem. A mudança para cinco substituições permitiu-nos jogar de forma diferente. Quem está no banco não está porque é pior do que quem joga; está sim porque sabemos que precisamos de gente para terminar os jogos. Há momentos em que precisamos de certo tipo de jogadores para agitar e foi isso que o Ndoye fez. Se fizer sentido ser titular, será. Se fizer sentido continuar no banco, continuará.»
Maneira como o triunfo foi alcançado dá mais confiança? «No futebol as coisas validam-se com resultados, mas aquilo que temos de perceber é que o que fizemos na meia-final deu-nos o direito de disputar a final, mas não nos dará nada durante a final. Teremos de ter capacidade de disputar o jogo e de perceber que este jogo será diferente. Queremos ter um sentido de presença para o que temos de fazer. Se estivermos presos ao que fizemos na meia-final, não vamos estar totalmente focados na final.»
Ilações a tirar do jogo do campeonato: «Os clubes estavam muito diferentes. Vimos o jogo, mas os momentos são diferentes. Olhámos mais para o passado recente e não tanto para esse jogo.»
Diogo Sousa e Gustavo Silva: «O Diogo está bem, não tem qualquer impedimento. O Gustavo está na fase final de recuperação e todas as horas contam. Vamos ter uma reunião para percebermos se o podemos ter na convocatória.»
Mostrar mais do que crença...: «Queremos ter isso como identidade, mas não acredito que apenas a nossa crença nos tenha colocado na final. Foi preciso ter qualidade no jogo ofensivo e defensivo, nas relações que os jogadores foram tendo dentro do campo, na forma como se associaram e colocaram o nosso adversário em desconforto. Aliado a isso, houve um grande espírito de sacrifício e muita intensidade com intencionalidade. Estávamos a correr, mas a saber o que estávamos a fazer. Foi insinuado que o Vitória só mostrou mais vontade que o Sporting, mas mostrou mais vontade e muitas outras coisas. Vamos ter de correr muito, com bola e sem bola.»
SC Braga favorito? «É um jogo, o favoritismo fica nos 50 por cento para cada lado.»
Ambiente: «Sabemos que é um jogo especial e não queremos colocar-nos de parte em relação a isso. Queremos jogar com essa emoção. Sabemos que vamos fazer parte do dérbi mais histórico entre estas duas equipas porque é o primeiro que decide um título e é disputado em campo neutro. Queremos usar essa emoção do dérbi, daí considerar que os nossos adeptos vão ser muito importantes. Já deixámos um pouco de história escrita, mas a história que queremos escrever tem de ser consagrada amanhã. Pode ser um dia inesquecível para Guimarães. Já seria um dia importante ganhando uma competição; ganhando uma competição num dérbi será inesquecível. Estou à espera de começar a ganhar nas bancadas.»









































