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·16 de agosto de 2026
Marco Silva confirma baixa para Rio Maior e atira: «Todos os jogos têm de ser vistos como finais»

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·16 de agosto de 2026

O Benfica desloca-se a Rio Maior, esta segunda-feira, para defrontar o Casa Pia AC, em jogo a contar para a segunda jornada da I Liga. Na antecâmara do duelo, Marco Silva, treinador dos encarnados, realizou a tradicional conferência de antevisão à partida.
Histórico negativo contra o Casa Pia: «Percebo a questão e, quando se acumulam resultados de forma consecutiva, isso chama à atenção. Todos os jogos têm de ser vistos como finais, porque pontos perdidos nunca são bons para nós. Temos a obrigatoriedade de encarar todos os jogos da mesma forma. Temos de ser sérios na abordagem, independentemente do pasasdo recente.»
Derrota causa pressão perante vitórias dos rivais?: «Percebo claramente a questão. Faz sentido olhar dessa forma para a classificação. Não controlamos o que se passa nos outros campos e nos jogos dos nossos adversários.»
«Depois de termos empatado o primeiro jogo, este tem uma importância muito grande, temos de reagir. Sabemos o que fizemos de positivo e outras questões negativas que tiveram peso no resultado. Não vivemos de vitórias morais. Não basta jogar, temos de ser fortes em muitos momentos, não só num ou dois.»
Adiamento da terceira jornada: «Foi uma decisão consciente. Sendo o Benfica, não é muito agradável haver algum atraso, mas temos de ser fortes enquanto clube e perceber o impacto desses adiamentos. Temos de fazer o nosso trabalho quando chegar a altura de fazermos esse jogo.»
Jogar sempre depois dos rivais: «Temos de nos habituar porque, estando envolvidos na Liga Europa, na fase regular, temos de fazer o trabalho bem durante a semana. Sabendo que vamos jogar na quinta-feira, vai ser uma constante.»
«Teremos de jogar 90 por cento dos jogos depois dos rivais. Isso não nos pode condicionar. Há que reagir ao empate da primeira jornada e corrigir o que não fizemos tão bem. Não vale a pena gastar energia com o que não controlamos.»
Aursnes vai a jogo?: «Não estará envolvido no jogo de amanhã.»
Lukebakio disse que queria ficar: «Não havia da parte pessoal dele muito a clarificar. Não teve nenhum feedback da nossa parte, nem numa direção, nem noutra. É nosso jogador e tem que lutar pelo seu espaço, provar que tem capacidade para ser decisivo. Fizeram-lhe a pergunta e ele deu a sua opinião e manifestou a sua vontade.»
«Todas as decisões que possa vir a tomar, é para o melhor do Benfica. Ele disse que gostava de estar aqui. Foi o primeiro jogo a titular. Na altura que faz o golo, até estava a sentir cãibras. Precisa de minutos. No ano passado não jogou muito. No Mundial teve os seus momentos, mas não de forma constante.»
Ser bom comunicador: «Quero é ser um bom treinador para o Benfica. Essa é a minha prioridade, em todos os aspetos. Quando falo com vocês tento ser transparente e até onde posso ir. Em muitos destes momentos também falo para quem é importante para mim, os nossos adeptos.»
«Por vezes dizem que são recados, mas não é esse o objetivo. É a grande arma que este espaço me dá. Tentar que não vejam um jogo diferente do que vi e nada mais. Não entro em comparações com ninguém. Quero ser um bom treinador. É esse o meu objetivo todos os dias nesta casa.»
Caso Palhinha: «Não vou estar a individualizar o caso do João Palhinha. Temos na nossa cabeça o que pretendemos, mas não vamos estar aqui a especificar posições.»
Poucos minutos de Kaminski: «[É um assunto] Bem simples de perceber: o primeiro nome é Prestianni, o segundo Schjelderup. Depois, no corredor contrário, Lukebakio... Chama-se competitividade. Ele chegou, foi titular, num momento em que ele ainda não conhecia bem as nossas ideias, sem se ter apercebido bem da grandeza do clube.»
«Quando chegas, tens de ter tempo para te adaptares e perceberes algumas dinâmicas. Ele chegou e estava a jogar no Algarve. Essa foi a razão. Se me perguntarem o motivo de o Durán não estar a jogar? É minha decisão e primeira razão chama-se Pavlidis. O Kaminski tem de ganhar a posição ao Prestianni e ao Schjelderup. É a realidade. É como vejo a competição entre jogadores.»
Três anos sem vencer Casa Pia fora de portas: «Para identificar um motivo, tinha de ver os jogos todos, com treinadores e jogadores diferentes. Poderia dar para entender algumas questões, mas questões de fundo não me vai dar muito.»
«As duas equipas técnicas são completamente diferentes da época diferentes. Os resultados não foram positivos, mas não temos de pensar nisso. Temos é de pensar como reagir ao mau resultado da primeira jornada. Temos de alterar isso e provar dentro de campo.»
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