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·10 de setembro de 2026
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O presidente da Real Federação Marroquina de Futebol (FRMF), Fouzi Lekjaa, surpreendeu o cenário esportivo internacional ao afirmar que a final da Copa do Mundo de 2030 será disputada em Casablanca.
A declaração aconteceu durante um ato político do Partido Autenticidade e Modernidade, no qual o dirigente relacionou o avanço do torneio ao desenvolvimento regional.
Durante sua intervenção, Lekjaa afirmou de forma contundente: "A província de Benslimán é a que terá a honra de organizar a final da Copa do Mundo de 2030. Quem quiser estar no próximo governo não tem outra opção a não ser desenvolver a província".
Além disso, o principal dirigente do futebol marroquino expressou seu desejo de que a partida decisiva coloque frente a frente as seleções de Marrocos e França.
O projeto central da candidatura alauíta se apoia na construção do Grande Estádio Hassan II na província de Benslimán, na área metropolitana de Casablanca.
O estádio terá capacidade projetada para 115 mil espectadores, o que o colocaria como o maior estádio de futebol do planeta.
No entanto, as palavras de Lekjaa reacendem o debate sobre a sede da partida final, uma honra que também é disputada por estádios emblemáticos da Espanha.
A decisão final cabe à FIFA, entidade que ainda não confirmou oficialmente a distribuição definitiva das partidas do torneio centenário.
Esse anúncio ocorre em um cenário geopolítico complexo, marcado por uma nova crise diplomática após as invasões de cidadãos ligados ao regime marroquino à cidade de Ceuta, assim como pelas reivindicações soberanistas de Marrocos sobre as cidades espanholas no norte da África.
O ambiente político ameaça interferir na convivência institucional exigida pela organização conjunta do torneio mundial.
Este artigo foi traduzido para o português por inteligência artificial. Você pode ler a versão original em 🇪🇸 neste link.
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