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·07 de março de 2026
Massis completa 50 dias como Presidente do São Paulo e atinge economia de R$ 16 milhões

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·07 de março de 2026

Harry Massis completa 50 dias na presidência do São Paulo FC com uma meta clara: apertar o cinto, profissionalizar a gestão e gerar economia pesada nos cofres do Tricolor. Somando cortes na diretoria, ajustes no clube social, revisão de estruturas internas e acordos financeiros, a gestão projeta impacto que se aproxima da casa dos 20 milhões de reais em um curto espaço de tempo.

As demissões começaram pesado. Marcio Carlomagno (superintendente geral) e José Eduardo Martins (diretor de comunicação) foram os primeiros a sair. Baixas no clube social completaram o pacote, chegando aos R$ 4 milhões projetados em economia salarial.
Massis varreu a estrutura por conflitos de interesse, demitiu filha em ato de compliance e centralizou tudo no executivo Rui Costa, com Rafinha como elo no departamento de futebol.
Descobriu atrasos de 1 a 3 meses em salários e direitos de imagem – rotina que ele acabou na hora.
Acordo fechado: parcelamento em 10 vezes, com promessa de folha em dia eterna. Nada de “normalizar” atrasos de 30 dias como antes. Jogadores voltam a treinar tranquilos, e o Tricolor dispara em campo. MorumBIS e gestão: Massis abre mão de luxos no São Paulo FC
Não é só cortar nos outros. O presidente abriu mão de cartão corporativo e plano de saúde do clube. Gesto que silencia críticas e reforça: aqui é profissionalismo, não farra.
Dívida acima de R$ 900 mi ainda assombra, mas o balanço de 2025 deve sair com números menos ruins. Massis foca reestruturação sem se lançar candidato este ano – prioriza estabilizar o Tricolor Paulista.
Shows no Morumbi rendem receita, mas o gramado novo (Bermuda Celebration) já rola para jogos em março. Finanças equilibradas + campo perfeito.
Saídas como Alisson e Ferraresi somam mais R$ 10 mi em alívio anual. Massis turbina receitas e negocia com patrocinadores para o São Paulo.Harry Massis encerra as equipes sub-18 e sub-20 do basquete, gerando economia de R$ 2 milhões até o fim de 2026. Sem time profissional desde maio de 2025, manter base sem perspectiva de promoção não faz sentido estratégico. Mais cortes no social. Cortes na folha salarial e expectativa de ainda mais.
O clube da fé respira. Menos dívida, elenco pago e pontos se ajustando.
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