Revista Colorada
·23 de maio de 2026
Mecanismo criado pela FIFA pode render bom valor aos cofres do Internacional

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·23 de maio de 2026

Com a Copa do Mundo cada vez mais próxima, as seleções aceleram os preparativos e iniciam a divulgação das listas finais de convocados para o torneio. A expectativa da FIFA é de que todas as seleções apresentem oficialmente seus grupos até o dia 2 de junho.
Além da preparação esportiva, os bastidores financeiros também ganham destaque neste período. Isso porque a Copa do Mundo movimenta cifras milionárias envolvendo premiações para seleções, atletas, treinadores e clubes que cedem jogadores ao torneio.
A FIFA estabelece repasses financeiros às seleções conforme o desempenho na competição, com valores que aumentam a cada fase alcançada. Além disso, todas as federações participantes recebem uma ajuda de custo fixa para despesas relacionadas ao torneio.
No caso do Brasil, a CBF trabalha nos bastidores para definir a divisão das premiações entre os integrantes da delegação. A expectativa é de que o acordo com os jogadores seja finalizado antes do embarque da equipe para os Estados Unidos.
Em caso de conquista do hexacampeonato, a Seleção Brasileira poderá receber US$ 50 milhões — cerca de R$ 250 milhões — valor previsto pela FIFA para o campeão mundial. Segundo informações do jornalista Marcel Rizzo, do jornal Estadão, a direção da CBF negocia um bônus de US$ 1 milhão, aproximadamente R$ 5 milhões, para cada jogador caso o título seja conquistado.
O técnico Carlo Ancelotti também possui metas financeiras previstas em contrato. O comandante italiano, que recebe salário fixo na casa de R$ 5 milhões, terá direito a um bônus de 5 milhões de euros caso leve a Seleção ao título mundial.
Confira a premiação prevista para a Copa do Mundo de 2026:
Além das seleções, os clubes também serão beneficiados financeiramente. Para a edição de 2026, a Fifa vai distribuir US$ 355 milhões — aproximadamente R$ 2 bilhões — entre as equipes que liberarem atletas para o Mundial.
O Internacional também aguarda a possível convocação de atletas do elenco para outras seleções que estarão na Copa do Mundo. O goleiro Sergio Rochet é cotado para defender o Uruguai, enquanto o zagueiro Félix Torres surge como opção do Equador.
Já os atacantes Rafael Santos Borré e Johan Carbonero aparecem entre os nomes observados pela seleção da Colômbia para a disputa do Mundial. Caso esses nomes sejam confirmados em suas respectivas Seleções, o Inter vai receber um importante valor.
O valor representa o maior montante da história do programa de compensação aos clubes, criado em 2010. Em comparação à Copa de 2022, quando foram pagos US$ 209 milhões, houve crescimento de cerca de 69%.
Na edição passada, cada clube recebeu US$ 10.950 por dia por jogador convocado. Para 2026, a estimativa gira em torno de US$ 11 mil diários, cerca de R$ 54 mil na cotação atual.
Mesmo que uma seleção seja eliminada ainda na fase de grupos, o clube de origem do atleta deverá receber aproximadamente US$ 250 mil por convocado, permitindo que equipes com muitos representantes no Mundial arrecadem cifras milionárias apenas pela liberação de jogadores.







































