Melhor ou pior? Veja como a seleção começou os últimos ciclos de Copa | OneFootball

Melhor ou pior? Veja como a seleção começou os últimos ciclos de Copa | OneFootball

In partnership with

Yahoo sports
Icon: oGol.com.br

oGol.com.br

·25 de setembro de 2026

Melhor ou pior? Veja como a seleção começou os últimos ciclos de Copa

Imagem do artigo:Melhor ou pior? Veja como a seleção começou os últimos ciclos de Copa

Mais um ciclo se inicia na seleção brasileira e, com ele, fica renovada a esperança pelo hexacampeonato. O primeiro time montado por Carlo Ancelotti, já escalado para enfrentar a Austrália, nesta sexta-feira (25), às 7h, em Townsville, divide opiniões. Mas será que estivemos muito melhor nos últimos inícios de ciclo?

Vamos ficar neste século, apesar da tentação nostálgica de lembrar do time pós-Mundial de 1994, de Zagallo, que tinha Aldair na zaga, Dunga, César Sampaio e Zinho no meio e Viola e Ronaldo no ataque, ou de nomes hoje já mais esquecidos como o do goleiro André, que abriu o trabalho de Vanderlei Luxemburgo em 1998 como titular da meta em seu primeiro, e único, jogo pela seleção. 


Vídeos OneFootball


Da festa do título às frustrações

A nostalgia, porém, será inevitável ao falar sobre o primeiro ciclo visando o hexa, justamente após o título mundial de 2002. Na celebração pelo penta, que marcou também a despedida de Luiz Felipe Scolari - que seria técnico de Portugal -, o Brasil perdeu por 1 a 0 para o Paraguai, com um Castelão lotado, com a base do time campeão meses antes. 

Marcos; Cafu, Polga, Edmílson e Roberto Carlos; Gilberto Silva, Kléberson, Ronaldinho Gaúcho e Ricardinho; Ronaldo e Rivaldo formaram a equipe titular naquele dia, que contou com Cafu erguento a taça para a torcida cearense. Mas o jogo, pelo tom festivo, não marcou, de fato, o início do novo ciclo. 

A seleção voltou a se encontrar em novembro daquele ano, com uma cara já diferente, mas ainda em tom de festa: Zagallo fez em Seoul seu jogo de despedida como técnico da seleção. O Brasil venceu a Coreia do Sul por 3 a 2, com dois gols de Ronaldo e um de Ronaldinho Gaúcho. 

A escalação do Velho Lobo naquele dia teve Dida; Cafu, Lúcio, Edmílson e Roberto Carlos; Zé Roberto, Gilberto Silva, Kléberson e Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo e Amoroso. 

Zagallo depois assumiu como auxiliar de Carlos Alberto Parreira, e a dupla comandou a seleção na eliminação para a França no Mundial de 2006. Depois disso, Dunga assumiu com um perfil mais disciplinador e iniciou o ciclo para a Copa de 2010 com empate diante da Noruega em Oslo. 

Dunga escalou: Gomes; Cicinho, Lúcio, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Edmílson, Daniel Carvalho e Elano; Robinho e Fred. Apenas três foram titulares na eliminação na África do Sul para a Holanda. 

Dunga foi muito criticado naquela Copa por não levar Paulo Henrique Ganso e Neymar. Ambos foram titulares com Mano Menezes no primeiro jogo após a eliminação, uma vitória por 2 a 0 sobre os Estados Unidos. Com cara renovada e respirando novos ares, a seleção jogou com Victor; Dani Alves, Thiago Silva, David Luiz e André Santos; Lucas Lieva, Ramires e Ganso; Neymar, Robinho e Pato. 

Mano não chegou na Copa de 2014, e Felipão ficou marcado na história como o técnico do 7 a 1. A campanha até a semifinal, entretanto, foi a melhor desde o título de 2002. A resposta da CBF para o vexame do Mineirão foi trazer de volta Dunga. 

Dessa vez, Neymar já não era dúvida e foi titular absoluto em um ciclo que terminou com Tite. Na primeira escalação de Dunga pós 7 a 1, o time foi Jefferson; Maicon, Miranda, David Luiz, Filipe Luís; Luiz Gustavo, Ramires, Willian e Oscar; Tardelli e Neymar. 

Tite foi o único treinador a completar um ciclo completo na seleção desde Zagallo para a Copa de 1998. No caminho para a Copa de 2022, disputada em 2023, Tite abriu os trabalhos com vitória por 2 a 0 sobre os Estados Unidos, em New Jérsei, com Alisson; Fabinho, Thiago Silva, Marquinhos e Filipe Luís; Casemiro, Fred e Coutinho; Douglas Costa, Neymar e Firmino. 

Após duas eliminações nas quartas, Tite deixou a seleção e o ciclo para a Copa de 2026 foi dos mais conturbados. Antes de passar por Fernando Diniz, Dorival Júnior e chegar em Carlo Ancelotti, o Brasil fez os primeiros amistosos em 2023 com Ramon Menezes. 

No Grand Stade de Tanger, a seleção brasileira perdeu para Marrocos, por 2 a 1, escalada com Weverton; Royal, Ibañez, Militão, Alex Telles; Casemiro, Andrey Santos e Paquetá; Rodrygo, Rony e Vini Jr. 

Avançamos três anos, viajamos até a Austrália e temos a primeira escalação de Ancelotti para o novo ciclo com Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis e Douglas Santos; Bruno Guimarães e Danilo; Estêvão, Endrick, Raphinha e Vini Jr. 

Em qual patamar está esse time, olhando para o recorte que trouxemos? Deixamos para você, leitor, a resposta.... 

Saiba mais sobre o veículo