Fala Galo
·05 de abril de 2026
Memória e gratidão: Atlético homenageia Dona Alice e Mário Neves na Arena MRV

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·05 de abril de 2026

Neste domingo, 5 de abril, a Arena MRV não será apenas o palco de um confronto entre Atlético e Athletico-PR pela 10ª rodada da Série A do Brasileirão. Antes de a bola rolar, o estádio será cenário de um resgate histórico fundamental.
A partir das 16h30, o Clube Atlético Mineiro, em conjunto com o Centro Atleticano de Memória e o Instituto Galo, prestará uma justa homenagem a dois pilares da fundação alvinegra: Dona Alice Neves e seu filho, Mário Neves.
A cerimônia marcará a instalação de placas comemorativas na Galeria da Memória Atleticana, eternizando o legado de figuras que moldaram a identidade do clube muito antes dos títulos nacionais e continentais.
O Legado de Dona Alice: A Matriarca do Galo
Falar de Alice Neves (1870–1967) é falar da alma do Atlético. Em uma época em que o futebol era um esporte estritamente masculino, ela rompeu barreiras. Alice foi a responsável por costurar a primeira bandeira do clube e por organizar a primeira torcida feminina de Minas Gerais.
Sua pensão, em Belo Horizonte, servia como refúgio e centro de reuniões para os jovens fundadores, sendo o verdadeiro berço de onde brotou o ideal atleticano.
Mário Neves: Pioneirismo em Campo
Seu filho, Mário Neves, carregou o DNA de paixão da mãe para dentro das quatro linhas. Ele foi um dos 22 fundadores oficiais do clube e integrou o primeiro time titular da história. Mário deixou sua marca eterna ao marcar um dos gols na partida de estreia do Atlético contra o Sport Club-MG, consolidando o início de uma trajetória centenária.
Detalhes da Solenidade
O evento contará com a presença de:
Além de familiares dos homenageados, o Movimento 105 Minutos marcará presença, reforçando o simbolismo das bandeiras e faixas que exaltam o pioneirismo feminino de Dona Alice nas arquibancadas.
Para o torcedor que chegar cedo à Arena MRV, esta é uma oportunidade única de se conectar com as raízes do clube. Afinal, nomes que hoje batizam restaurantes e acessos do estádio foram, no passado, as mãos que costuraram o orgulho que vestimos hoje.
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