Leonino
·03 de junho de 2026
Mercado do Sporting está ao rubro, mas André Pinotes Batista deixa recado sobre vendas

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·03 de junho de 2026

Debatendo o futuro do Sporting - que persegue um central inglês - , André Pinotes Batista acredita que, com base na recente temporada, o Clube tem de continuar a "marchar", começando com mercado de verão não "desbaratado". Contudo, o conhecido adepto verde e branco deixa votos de confiança a Rui Borges e Frederico Varandas.
"O Sporting tem vários jogadores com mercado. Coisa bem diferente de os ter colocado no mercado. Algumas saídas serão inevitáveis e outras entradas desejáveis, porém, sejamos claros: ter ativos cobiçados não implica a venda do onze ao desbarato", escreveu no seu mais recente texto de opinião, publicado no jornal Record.
Dessa mesma forma, o comentador afeto aos leões frisou: "Os atletas têm contratos, a SAD saúde financeira e a direção a possibilidade de usar as almofadas que construiu para tornar o nosso futebol ainda mais competitivo e resiliente.".
O deputado reconhece que o esforço por parte do Clube terá de continuar. "O modelo que trouxe o Sporting ao atual patamar merece loas, todavia, o final da época transata revelou algumas dores, próprias do crescimento. Quem quer competir em todas as frentes tem de somar ao talento em germinação, jogadores feitos, maduros e capazes de impactar logo à chegada", destacou, de seguida 'protegendo' o futuro com Rui Borges.
"Parece ser este o rumo da marcha. Não trocar processo por impulso, mas evoluir dentro dele. E, para tal desígnios, Rui Borges não pode ser aprisionado na fatiota de treinador a prazo. Sendo ele o escolhido para a reconstrução, é digno de confiança, margem e proteção.".
Relativamente à capacidade de liderança por parte da direção do Sporting, o conhecido adepto verde e branco acredita que o presidente leonino seja competente. "Frederico Varandas tem títulos, legitimidade e autoridade moral para operar esta passagem. Cometerá um erro crasso se, por ser conhecedor das virtudes do caminho, não entender a necessidade imperiosa de o explicar, mobilizando, com o seu plano, uma massa adepta grata, porém ferida no seu orgulho", concluiu.
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