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·06 de março de 2026

MP cobra explicações de Massis e Olten sobre ‘farra’ de ingressos no São Paulo

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O Ministério Público de São Paulo enviou ofícios a dirigentes, conselheiros e sócios do São Paulo, pedindo esclarecimentos sobre denúncias de possível venda irregular de ingressos no Morumbi.

O pedido integra um inquérito civil conduzido pela Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital, que investiga suspeitas de gestão temerária no clube.


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Entre os oficiados, estão o presidente Harry Massis Júnior, sua filha Christina Massis, o presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior, a diretora jurídica Érica Duarte, o diretor de ESG, riscos e compliance Roberto Armelin, o ex-conselheiro Dênis Ormrod e os conselheiros Vinícius Pinotti e Fábio Mariz de Oliveira, além de Lucca Borzani, filho de um amigo de Olten.

Todos terão 30 dias para responder à promotoria.

Pinotti e Mariz aparecem no despacho por ligação com a divulgação de um áudio que deu origem às apurações sobre a exploração irregular de um camarote institucional do clube.

Já Olten foi citado após reportagem apontar possível venda irregular de ingressos vinculados ao seu nome, em que Borzani oferece entradas do camarote do Conselho Deliberativo e afirma atuar com ingressos disponibilizados por ele.

Em encontro no Conselho Consultivo no mês passado, após vazarem áudios em que Christina Massis supostamente estaria envolvida em esquema de ingressos para shows no Morumbi, os membros discutiram um “novo regime na distribuição de ingressos”.

“O Conselho Consultivo do São Paulo reuniu-se para discutir e deliberar sobre a criação de um novo regime na distribuição de ingressos de cortesia, com significativa redução, assim como apurar, se tiver havido, eventuais distribuições incorretas que seriam encaminhadas à Comissão de Ética, precedidas de duas sindicâncias, externa e interna”, diz o texto de nota divulgada pelo presidente do colegiado, o ex-presidente José Eduardo Mesquita Pimenta.

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