Mundial dos ataques: estudo aponta a Copa do Mundo de 2026 como uma das edições mais ofensivas da história | OneFootball

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·10 de julho de 2026

Mundial dos ataques: estudo aponta a Copa do Mundo de 2026 como uma das edições mais ofensivas da história

Imagem do artigo:Mundial dos ataques: estudo aponta a Copa do Mundo de 2026 como uma das edições mais ofensivas da história

A Copa do Mundo de 2026 já garantiu um lugar entre as edições mais ofensivas da história do torneio. Levantamento do Bolavip Brasil analisou todas as partidas dos Mundiais entre 1966 e 2026, utilizando como critério a soma de finalizações de dentro da área, toques na bola dentro da área, faltas sofridas no último terço do campo e impedimentos, e revela que a competição deste ano reúne atuações e jogos que passaram a figurar entre os maiores volumes ofensivos já registrados em uma Copa do Mundo.

Canadá lidera ranking histórico de atuações ofensivas

A maior atuação ofensiva já registrada em uma Copa do Mundo pertence ao Canadá. Na goleada por 6 a 0 sobre o Catar, ainda na fase de grupos da edição de 2026, os canadenses alcançaram 124 pontos de ofensividade, estabelecendo um novo recorde desde o início da série histórica.


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O desempenho também impulsionou a partida ao terceiro lugar entre os jogos de maior intensidade ofensiva da história dos Mundiais. O confronto somou 128 pontos, ficando atrás apenas da histórica semifinal entre Itália e Alemanha, na Copa de 1970 — o lendário “Jogo do Século”, vencido pelos italianos por 4 a 3, com 142 pontos — e da vitória da França por 3 a 1 sobre a Hungria, na Copa de 1978, que registrou 131 pontos.

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Canadá foi um dos países-sede desta Copa do Mundo – Foto: Fran Santiago/Getty Images)

Bélgica também entra para a história

Outra seleção que marcou presença entre as maiores atuações ofensivas foi a Bélgica. Na goleada por 5 a 1 sobre a Nova Zelândia, os belgas atingiram 115 pontos de ofensividade, a segunda maior marca já registrada por uma equipe em uma única partida de Copa do Mundo. Os números reforçam a característica ofensiva que tem marcado o Mundial de 2026 desde sua fase de grupos.

Ataques também se destacam na artilharia

O cenário ofensivo da competição também aparece na disputa pela artilharia. Pela primeira vez na história das Copas do Mundo, mais de dois jogadores chegaram à marca de sete ou mais gols em uma mesma edição. Até o momento, Lionel Messi e Kylian Mbappé lideram a artilharia com oito gols cada, enquanto Erling Haaland aparece logo atrás, com sete.

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Mbappé, um dos artilheiros desta Copa do Mundo – Foto: Lars Baron/Getty Images)

Brasil tem recorde em 1982 e jogo mais ofensivo em 2002

Entre as partidas do Brasil, o duelo de maior volume ocorreu na vitória por 5 a 2 sobre a Costa Rica, na Copa de 2002. Somadas, as duas equipes alcançaram 120 pontos de ofensividade, a maior marca envolvendo o Brasil em Mundiais.

Já a atuação mais ofensiva da própria Seleção aconteceu vinte anos antes. Na vitória por 4 a 0 sobre a Nova Zelândia, na Copa de 1982, o Brasil atingiu 76 pontos de ofensividade, seu melhor desempenho individual no levantamento.

Nem toda goleada significa grande volume ofensivo

Um dos dados mais curiosos do estudo envolve justamente a goleada mais emblemática da história recente das Copas. Apesar do placar de 7 a 1 da Alemanha sobre o Brasil, na semifinal de 2014, a partida registrou apenas 90 pontos de ofensividade, número consideravelmente inferior ao de diversos confrontos históricos.

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