Não somos ídolos no São Paulo, afirma Calleri sobre ele e Luciano | OneFootball

Não somos ídolos no São Paulo, afirma Calleri sobre ele e Luciano | OneFootball

In partnership with

Yahoo sports
Icon: Blog do São Paulo

Blog do São Paulo

·06 de setembro de 2026

Não somos ídolos no São Paulo, afirma Calleri sobre ele e Luciano

Imagem do artigo:Não somos ídolos no São Paulo, afirma Calleri sobre ele e Luciano

Não somos ídolos no São Paulo, afirma Calleri sobre ele e Luciano

GRUPO DE WHATSAPP: https://shortlink.uk/1rQK8  


Vídeos OneFootball


Imagem do artigo:Não somos ídolos no São Paulo, afirma Calleri sobre ele e Luciano

Mesmo depois de anos como referência ofensiva do São Paulo, Jonathan Calleri prefere não se colocar no mesmo patamar dos grandes nomes que marcaram a história do clube. Em entrevista recente, o centroavante argentino foi direto ao definir quem, para ele, ocupa esse lugar: “Os ídolos são Zetti, Rogério Ceni.”

Uma referência para uma nova geração

Para Calleri, seu papel — e o de Luciano — é diferente do de ídolos consagrados: “Considero que, para os mais jovens, que não viram o São Paulo ser campeão de tudo, eu sou uma referência. Tanto eu quanto o Luciano. Não podemos nos comparar com os caras que fizeram história aqui há 10, 15, 20 anos.”

O argentino reconhece que vive um momento distinto na trajetória do clube, mas projeta um caminho possível até o status de ídolo: “Na realidade recente, vemos-nos como referências para as crianças e queremos dar muitas alegrias a elas para que, um dia, possamos ser ídolos de verdade.”

O carinho da torcida em números curiosos

Apesar da própria ressalva, Calleri contou que recebe constantemente demonstrações de afeto do torcedor são-paulino — incluindo relatos de crianças batizadas em sua homenagem: “Eu recebo muito no Instagram, no Twitter. Quando marcam meus familiares, eles me mandam as certidões de nascimento. É muito louco.”

O atacante ainda citou um dado curioso sobre sua popularidade entre nomes argentinos no Brasil: “Fizeram uma pesquisa sobre os nomes argentinos no Brasil. Acho que Riquelme, Batistuta, Maradona e mais algum outro, e 30 meninos chamados Calleri.”

Momentos de alegria e de frustração

Calleri também refletiu sobre a relação construída com o torcedor ao longo de sua passagem pelo clube, marcada tanto por conquistas quanto por decepções: “Nesse tempo que estive aqui, construí uma relação com o torcedor. Às vezes com momentos felizes, como na final da Copa do Brasil, às vezes com momentos de tristeza, como na final da Sul-Americana, que a gente fica chateado; a gente poderia ter levado o clube um pouco mais acima.”

Motivação apesar do cenário turbulento

Mesmo em meio aos maus resultados recentes e ao momento conturbado vivido pelo clube fora de campo, Calleri segue motivado pela possibilidade de, um dia, integrar o grupo seleto de ídolos da história são-paulina — objetivo que, segundo ele, depende diretamente de conquistas ainda por vir.

Imagem do artigo:Não somos ídolos no São Paulo, afirma Calleri sobre ele e Luciano
Saiba mais sobre o veículo