Revista Colorada
·29 de novembro de 2025
“Nós não vamos cair!”: Presidente do Inter garante permanência do Inter mesmo após vexame

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·29 de novembro de 2025

O Internacional viveu uma das noites mais turbulentas da temporada após a derrota vexatória para o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro, resultado que agravou ainda mais o drama colorado na luta contra o rebaixamento. A repercussão foi imediata e intensa, culminando em pronunciamentos fortes tanto da comissão técnica quanto da direção do clube.
Logo após o apito final, o auxiliar-técnico Emiliano Díaz, filho do técnico Ramón Díaz, comentou a pressão vivida internamente e rejeitou qualquer possibilidade de crise no vestiário. Segundo ele, o problema não é de relacionamento entre jogadores e comissão técnica, mas sim de desempenho dentro de campo. Emiliano reconheceu a gravidade do momento e afirmou que o grupo vive uma “situação limite”, destacando a incoerência entre boas atuações recentes, como o primeiro tempo diante do Santos, e o colapso visto contra o Vasco.
Se as palavras de Emiliano já demonstravam inquietação, a entrevista do presidente Alessandro Barcellos elevou ainda mais o tom da noite. Visivelmente pressionado e ciente do peso da reta final, Barcellos adotou um discurso firme e direto. O mandatário garantiu que o Internacional não será rebaixado e cobrou foco absoluto do elenco nos dois confrontos restantes do Brasileirão. Para ele, não existe mais espaço para dúvidas ou hesitação: o clube depende apenas de seus próprios esforços para confirmar a permanência na Série A.
Barcellos foi enfático ao afirmar que “não há mais tempo para nada além de força máxima”, reforçando que a única meta possível são duas vitórias nas partidas restantes. O presidente destacou também a confiança depositada nos jogadores e na comissão técnica, reiterando que é preciso acreditar para não entrar derrotado na fase decisiva.
Em clima de tensão, o Inter inicia agora uma das semanas mais importantes de sua história recente. O torcedor vive expectativa misturada com preocupação, enquanto o clube tenta transformar discurso em desempenho, sob o risco de um desfecho que ninguém no Beira-Rio ousa imaginar.









































