Mercado do Futebol
·18 de maio de 2026
Novo coordenador técnico do Atlético, Guilherme explica sua chegada ao clube e fala sobre problemas de vestiário

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·18 de maio de 2026

Com mais uma vitória em casa nesse Brasileirão, diante o Mirassol, no último sábado (16), o Atlético agora se prepara para o duelo contra o Cienciano pela Copa Sul-Americana, na missão de melhorar sua situação na competição e buscar a classificação para a próxima fase.
Ao mesmo tempo, o clube segue se movimentando nos bastidores e acertou, na última semana, a chegada de Guilherme Alves, ex-atacante do clube, ao cargo de Coordenador técnico alvinegro. Em coletiva nesta segunda (18), o ex-atleta falou sobre sua contratação e chegada ao clube mineiro.
“Minha função está bem clara: ser o elo entre a diretoria, a comissão técnica e os atletas. Estar disponível 24 horas por dia, viver o futebol do Galo e ter uma imersão completa no trabalho. Vou permanecer na Cidade do Galo o dia inteiro, literalmente. Analisar muitas coisas, participar de decisões, dar meus palpites e fazer tudo o que interessa ao futebol do Galo.”
O novo dirigente explicou sua permanência no centro de treinamentos alvinegro, e falou que a missão é acompanhar todas as categorias do clube.
“Foi um pedido meu, junto ao Paulo e ao Pedro, isso de morar na Cidade do Galo para acompanhar a base. Até a parada, que vai ser longa, é 100% no profissional, mas, se treinarem um período só, vou acompanhar a base depois. Já conversei com o Luiz (diretor da base). Quero ficar lá o dia inteiro, entender o processo do futebol, vivenciar o Clube Atlético Mineiro 24 horas por dia. Estivemos juntos sábado e conversei hoje. Pedi para estar perto da base, acompanhar treinadores, treinamentos, jogos. Mas o foco agora é o profissional. Se não tiver nada do profissional, vou acompanhar (a base).”
Por fim, Guilherme analisou a situação do vestiário atleticano e afirmou que não há problemas entre jogadores nesse momento no clube.
“Não senti nenhum tipo de problema no vestiário no sábado, nem hoje. Ter problemas em clubes gigantes do futebol profissional é normal. O importante é entender o motivo e tentar solucionar. É o que vivi e ainda vivo há 35 anos. Hoje posso dizer que não vi nada desse ambiente problemático. Se houver, e costumo dizer que todo dia aparece algum tipo de problema, vamos tentar resolver. O que já percebi é que o ambiente de trabalho é muito bom, mas vou conhecer melhor as individualidades conversando e convivendo mais de perto. Também é importante ter uma proximidade maior com a torcida, porque hoje não existe o relacionamento esperado por todos. E eu sei que essa torcida faz a diferença. Aquele time de 1999 não chegaria à final do Campeonato Brasileiro sem o relacionamento que tivemos com a torcida. Não fomos campeões, mas foi uma equipe que ficou marcada justamente porque havia um ambiente muito bom entre elenco e torcida.”







































