AVANTE MEU TRICOLOR
·12 de janeiro de 2026
O ADEUS DO MUJICA: Muricy revela a amigos que vai deixar cargo no São Paulo

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A mistura de fatores entre ter entrado no radar da torcida nos protestos pela situação do clube e também a sua própria saúde deve levar Muricy Ramalho a deixar o cargo de coordenador de futebol do São Paulo cinco anos depois de seu retorno para trabalhar no CT da Barra Funda.
A informação foi apurada pelo AVANTE MEU TRICOLOR ao longo desta segunda-feira (12). À reportagem, Muricy se limitou a dizer que qualquer comunicação do tipo será feita pelo próprio clube.
A saída do Tricolor teria sido um pedido dos familiares a Mujica, que nos últimos dias passou a ser cobrado e pressionado por parte da torcida por estar envolvido na gestão Julio Casares, que atravessa acusações de corrupção e terá pela frente a votação da abertura ou não de um processo de impeachment.
“A situação toda vem deixando ele decepcionado e cansado. Sem ânimo. E sem ajudar em nada nos tratamentos”, confidenciou ao AMT um familiar do ex-treinador, que pediu anonimato.
“Ele foi criticado por gente que o tratava como bem, quase como um ídolo, da imprensa ou não, como se fizesse parte disso tudo que está aparecendo. Há uma falta de respeito muito grande com a imagem dele. O melhor é se afastar”, completou.
Muricy também vem enfrentando problemas de saúde e está afastado das atividades desde dezembro, quando passou por cirurgias por causa de pedras no rim esquerdo. Na próxima quarta-feira (14), o dirigente vai passar por um novo procedimento cirúrgico, desta vez no rim direito, e depois, no fim do mês, ainda planeja colocar uma prótese no joelho.
“Veja bem isso, pediram para ele aparecer, dar as caras, essas coisas… Ele passou o Natal e o Ano Novo entre hospital e cama, de recuperação. As pessoas não entendem que não é mais o Muricy de antigamente”, disse a fonte à reportagem.
O contrato de Muricy Ramalho com o São Paulo é válido até o final de 2026, mesmo período que coincide com o encerramento do mandato do presidente Julio Casares. Porém, a tendência é que o coordenador deixe o time do Morumbi antecipadamente. Segundo o familiar, há cláusulas que permitem a sua saída sem pagamento mútuo por motivos de saúde.









































