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·18 de agosto de 2026
O Barça 'monta' a espinha dorsal dos campeões mundiais

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·18 de agosto de 2026

O Barça segue construindo seu presente e seu futuro em torno de uma geração que já sabe o que é tocar o céu com a seleção espanhola. Com a contratação de Rodri, o conjunto blaugrana incorpora um dos grandes líderes da Espanha que se sagrou campeã do mundo em 2026 e, ao mesmo tempo, reúne em seu vestiário boa parte da espinha dorsal da equipe de Luis de la Fuente.
Rodri chega ao Barça apenas um mês depois de ter erguido a segunda Copa do Mundo da história da Espanha. O meio-campista foi, além disso, uma das grandes figuras do torneio e recebeu a Bola de Ouro do Mundial, depois de se tornar um dos principais responsáveis pelo domínio espanhol durante a competição. Na final contra a Argentina, disputada em Nova York, completou 101 de seus 105 passes e voltou a atuar como o grande metrônomo da equipe. Sua incorporação tem, portanto, uma dimensão que vai muito além de reforçar o meio-campo. O Barça contrata o jogador que atuou como capitão e referência de uma seleção que conquistou o Mundial depois de superar a Argentina por 1 a 0 na prorrogação. E faz isso para juntá-lo a vários dos jogadores que compartilharam com ele aquela façanha.
Rodri melhor jogador do Mundial. Fonte: MARCA
Antes da chegada de Rodri, o Barça já contava com oito campeões do mundo em seu elenco. Joan García, Eric García, Pau Cubarsí, Gavi, Pedri, Dani Olmo, Ferran Torres (já jogador do PSG) e Lamine Yamal fizeram parte da delegação espanhola que conquistou o Mundial de 2026.
A contribuição blaugrana para aquela seleção foi especialmente importante. Lamine Yamal, Dani Olmo e Pau Cubarsí foram titulares na final, enquanto Pedri (titular nos primeiros jogos) e Ferran Torres entraram no decorrer da partida. Eric García, por sua vez, estreou na final ao substituir Aymeric Laporte durante a prorrogação. Pouco depois, Ferran acabou se tornando o herói da final ao marcar o gol que deu à Espanha sua segunda estrela. Agora, com Rodri, a conexão entre o Barça e aquela Espanha campeã fica ainda mais evidente. O novo meio-campista blaugrana foi um dos pilares da equipe durante todo o torneio e sua chegada permite ao clube reunir vários dos jogadores que deram sustentação ao sucesso da seleção.
Pedri. Fonte: SER
A operação também traz uma leitura especialmente interessante no meio-campo. Rodri, Pedri e Dani Olmo podem voltar a coincidir agora com a camisa do Barça depois de terem feito parte do mesmo núcleo da seleção espanhola. De fato, um dos grandes atrativos do projeto blaugrana passa justamente por reproduzir no clube algumas das associações que funcionaram com a Espanha.
Rodri assumirá um papel diferente do de Pedri ou Dani Olmo, mas sua capacidade de organizar o jogo, dar equilíbrio à equipe e conectar a defesa ao ataque pode se tornar uma peça fundamental para Hansi Flick. O Barça incorpora assim um jogador que, além de sua qualidade, traz experiência, liderança e uma hierarquia que demonstrou tanto no Manchester City quanto na seleção.
A contratação chega, além disso, em um momento em que o Barça precisava reforçar a posição de volante. Rodri desembarca vindo do Manchester City depois de sete temporadas na Inglaterra e com um currículo que inclui uma Champions League, quatro Premier League e outros grandes títulos. O acordo foi fechado por cerca de 60 milhões de euros fixos mais variáveis, enquanto o jogador assinará até 2030.
O Barça, portanto, não só incorpora um dos melhores meio-campistas do mundo. Também consegue reunir em um mesmo vestiário uma parte muito importante da geração que acaba de conquistar o planeta. Rodri, Pedri, Lamine Yamal, Dani Olmo, Cubarsí, Eric García, Gavi, Joan García e formam um vínculo direto entre o campeão do mundo e o novo projeto blaugrana.
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Este artigo foi traduzido para o português por inteligência artificial. Você pode ler a versão original em 🇪🇸 neste link.







































