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Revista Colorada

·28 de agosto de 2025

O modelo de SAF que o Inter pode se espelhar no futebol brasileiro

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O assunto SAF voltou a circular com intensidade nos bastidores do Internacional. A possibilidade de transformar o clube em Sociedade Anônima do Futebol não é nova no Beira-Rio, mas, diante das dificuldades financeiras enfrentadas e da necessidade de seguir competitivo em cenário nacional e internacional, a ideia começa a ser debatida de forma mais concreta.

Um exemplo observado de perto é o modelo que o Fluminense está prestes a adotar. Diferente de outros clubes que entregaram praticamente todo o controle a fundos estrangeiros, o Tricolor Carioca construiu um formato particular, mais próximo do modelo associativo, mantendo forte presença de seus sócios e dirigentes históricos na gestão.


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De acordo com informações, o projeto prevê que 15 torcedores milionários assumam a compra das cotas da SAF. Esse grupo, formado por grandes empresários, criaria um fundo que seria o sócio majoritário, enquanto a associação se tornaria minoritária.

Entre os nomes citados, aparecem figuras de peso, como André Esteves (BTG Pactual), Thiago De Luca (Frescatto), José Zitelmann (Absoluto Partners) e membros da tradicional família Almeida Braga, da Icatu Seguros.

As metas são ousadas: aporte financeiro inicial robusto, garantia de pagamentos nos primeiros anos, construção de uma das maiores folhas salariais do Brasil, além da responsabilidade sobre a base, o CT de Xerém e o futebol feminino. Outro ponto relevante é a assunção da dívida de R$ 865 milhões que a associação do Flu carrega.

No Inter, o modelo desperta curiosidade. Parte do Conselho já estuda alternativas para equilibrar dívidas, investir no elenco e manter a competitividade.

A grande questão passa a ser: até que ponto os colorados estariam dispostos a abrir mão de parte do controle do clube em troca de estabilidade financeira e maior capacidade de investimento?

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