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·14 de agosto de 2026
O negócio caiu no Aston Villa e o nome de Palhinha volta a cair no colo do Benfica

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O negócio estava desenhado, ou pelo menos era isso que se dizia. Mas o diretor desportivo do Bayern, Mar Eberl, tratou de meter água fria na história: não há acordo com o Aston Villa. Ponto final, ou quase.
Porque é aqui que a coisa fica interessante para quem sonha vermelho. Palhinha, aos 31 anos, é daqueles jogadores que qualquer treinador quer ter no meio campo, um pulmão com pés educados, e a Luz já teve o gosto de o ver crescer, já que o médio passou pelo Sp. Braga antes de se tornar num nome sonante lá fora.
Quem conhece o jogador por dentro é Diogo Viana, hoje comentador da Sport TV, antigo lateral e extremo direito, e amigo pessoal de Palhinha. E a palavra de um amigo, mesmo sem carimbo oficial, pesa sempre mais do que um comunicado frio. Viana garante que o médio está disposto a baixar as pretensões salariais para vestir a camisola do Benfica, um gesto que, a confirmar-se, diz tudo sobre a vontade de regressar a casa.
Mais, o mesmo Viana atira que Palhinha só quer saber de duas hipóteses para o seu futuro, Aston Villa ou Benfica. Nada de terceiras vias, nada de ofertas intermédias a seduzir. É isto ou nada, ao que parece.
A gestão do Bayern não facilita a vida a ninguém, isso é certo, mas cada acordo furado em Inglaterra é uma machadada de esperança em Portugal. Se o corredor inglês fecha, o caminho português fica mais desimpedido, e o Benfica sabe que tem argumentos, um projeto europeu, um plantel em reconstrução e a promessa de protagonismo que nem sempre existe em Birmingham.
Resta a Rui Costa fazer contas e decidir se este é o momento para avançar. Porque quando um jogador está pronto a abrir mão de dinheiro para vestir uma camisola, normalmente não é força de vontade que falta, é o telefonema certo na hora certa. E isso, garante a Record, ainda está para acontecer.


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