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·06 de abril de 2026

O presente repete o Passado: O círculo vicioso do leão

Imagem do artigo:O presente repete o Passado: O círculo vicioso do leão

Pedindo licença a Cazuza, vejo o presente repetir um passado próximo. Infelizmente, a situação está tão extrema que não conseguimos admitir um empate fora de casa, mesmo com um jogador a menos. Mas, como a vida é feita de contextos, este em que estamos inseridos não é nada favorável.

Sim, esta era a partida para ganharmos fora de casa. Este é o jogo que quem quer chegar mais longe, ou manter a regularidade, simplesmente vence. E tivemos chances, viu? A postura que cobrávamos tanto até mudou, contudo os erros de efetividade foram os mesmos.


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Quando parecia que estávamos encaminhando os três pontos, nosso “9” recua a bola para o goleiro; meu zagueiro — que tanto pedimos — toma nas costas, escorrega e é expulso; meu outro zagueiro titular sai lesionado (mais seis meses) e meu reserva perde um gol feito. Não é brincadeira.

Como se não bastasse, levamos mais um gol de bola aérea por volta dos 42 minutos do segundo tempo. Por um “milagreiro” chamado Matheuzinho — poupado para não se lesionar como no ano passado —, não tornamos a situação ainda mais feia. Obrigado, meu dez.

A paciência já foi para o ralo, e até as idas ao Barradão ganharam outra conotação. Espero que a gente ganhe todas lá, mas, infelizmente, sabemos que esta não é a nossa realidade. Digo-vos: o Estádio Manoel Barradas uma hora vai ceder. Portanto, enquanto não vencermos fora de casa, o futuro repetirá o passado — e é exatamente isso que não queremos. Daí o tamanho da cobrança.

É cansativo demais. Os caminhos são os mesmos e as perspectivas, naturalmente, não são boas. Com este empate, muita coisa foi dita ao torcedor. O complicado é que já sabíamos da maioria, mas, no Vitória, é preciso, como diz Nelson Rufino, pagar para ver.

Avante, meu Leão!


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