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·27 de maio de 2026

O Rei de Copas não envelhece: eternidade de Bruno Henrique sustenta Flamengo na Libertadores

Imagem do artigo:O Rei de Copas não envelhece: eternidade de Bruno Henrique sustenta Flamengo na Libertadores
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O Maracanã começou a noite desta terça-feira (26) sob o peso do protesto das arquibancadas. O ambiente tenso antes do apito inicial ganhou contornos dramáticos com o festival de erros técnicos diante do Cusco FC. Foi aí que a Libertadores exigiu o poder de decisão de Bruno Henrique, que veste o uniforme de super herói rubro-negro em mais uma edição.

Mais do que os dois gols cruciais para o triunfo por 3 a 0, a atuação do Camisa 27 deixou uma lição clara sobre o seu real papel no elenco rubro-negro. Quando o nervosismo da torcida ameaçava travar o time, o atacante mostrou que sua verdadeira função na temporada é ser o porto seguro do grupo na América.


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Sua postura em campo expõe o tamanho de um profissional que deixou o ego de lado pelo planejamento do clube.

O que se viu no Maracanã foi o triunfo da liderança silenciosa de um jogador que parece entender perfeitamente o seu momento na carreira. Em vez de lamentar a perda de espaço no cenário nacional, o ídolo transformou a Libertadores em seu território particular e assume a obrigação de guiar o Flamengo ao mata-mata.

O silêncio dos campeões: a humildade contra o ego

A grande virtude do ídolo nesta fase de grupos foi entregar competitividade no torneio onde foi mais exigido. Sob o comando de Leonardo Jardim, o Flamengo adotou um forte sistema de rodízio que por vezes tiro o veterano da equipe titular no Brasileirão.

Aos 35 anos, Bruno deu uma demonstração de pura maturidade e entendimento de seu papel estratégico no elenco. Mesmo atuando menos e fora de sua posição de origem, já que passou a jogar preferencialmente como centroavante, ele não cria problemas.

Bruno Henrique aceitou o desafio com humildade. Parece compreender a necessidade de um planejamento físico rigoroso para a sua idade, e o resultado disso é guardar o seu melhor futebol para as noites de Libertadores.

O Camisa 27 foi escolhido para ser a grande arma na competição continental e correspondeu como o verdadeiro pilar técnico do time.

Bruno Henrique apresenta eficiência que rivaliza com o auge

Os números avassaladores desta primeira fase legitimam a estratégia da comissão técnica e mostram que o atacante ainda entrega em nível de elite. Com quatro gols marcados, 2026 já se isola como a terceira campanha mais letal de sua carreira na Libertadores.

O desempenho atual bate de frente e “ameaça” os números de suas melhores temporadas pelo clube, atrás apenas das edições de 2019 e 2021. No ano do título, anotou cinco gols e cinco assistências, enquanto terminou 2021 com seis tentos e quatro passes para gols.

O Camisa 27 alcança essa alta eficácia sendo o protagonista absoluto e o pilar do time na competição continental. Das seis participações diretas do atleta no torneio, quatro serviram para indicar o caminho da vitória e destravar jogos complicados.

Diante do Cusco FC, a história se repetiu. Enquanto outros jogadores parecem sentir os jogos, ou mostram apatia em alguns momentos, Bruno Henrique aciona o modo decisivo para mostrar que, enquanto estiver no Flamengo, a Libertadores passará sempre pelos seus pés.


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