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·04 de junho de 2026
Oito meses após primeira convocação, Tainá Maranhão pode completar 10 jogos pela Seleção

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·04 de junho de 2026


Tainá Maranhão treina com a Seleção Feminina para amistosos contra Estados UnidosCréditos: Lívia Villas Boas/Staff Images/CBF
Representante da nova geração do futebol feminino brasileiro, Tainá Maranhão pode completar 10 jogos pela Seleção Brasileira no próximo sábado (6) contra os Estados Unidos. A jovem atacante, que começou a jogar futebol aos 15 anos, evoluiu de maneira constante nas participações com a Amarelinha desde sua primeira convocação para a Sub-17 em 2019.
Em outubro do ano passado, veio a estreia na lista do técnico Arthur Elias. Hoje, ela soma cinco convocações na Seleção Principal e nove jogos. Das seis partidas que a Amarelinha disputou este ano, Maranhão balançou a rede em três: no amistoso contra a Costa Rica e nos confrontos contra a Coreia do Sul e a Zâmbia, pelo FIFA Series.
Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (3), ela disse estar feliz por viver essa fase da carreira, especialmente pela idade - ela completa 22 anos em agosto. “Todo mundo fala que eu sou uma das mais novas e levo como coisa boa. Tudo que eu vejo nas meninas mais experientes eu tento extrair pra mim, levar como aprendizado”, afirmou Tainá.

Tainá Maranhão e Raissa Bahia no segundo treino da Seleção Feminina, no CT Joaquim GravaCréditos: Lívia Villas Boas/Staff Images/CBF
A coletiva aconteceu após o segundo dia de treino para os amistosos contra os Estados Unidos marcados para sábado (6), em São Paulo, e terça-feira (9), em Fortaleza. Uma das principais peças do Palmeiras, pelo qual ela já conquistou importantes títulos, como o bicampeonato paulista e a Copa do Brasil, Maranhão não sente o peso da cobrança.
“Fico feliz até pelas expectativas. E vou trabalhar para atender as expectativas de todo mundo”, garantiu. No grupo convocado para disputar os jogos dessa Data FIFA, a atacante conta com grandes parceiras de clube: Raissa Bahia, que começa a cavar espaço na Amarelinha, com dois jogos; e Bia Zaneratto, veterana com 130 partidas.
“Todo mundo sabe que eu me inspiro muito na Bia, mas também tem a Guti (Amanda Gutierres), que puxa minha orelha”, confessou, com a intimidade de quem jogou junto por dois anos. “Acho muito da hora esse reencontro, a gente cria intimidade. Tudo que a gente vivenciou acrescenta muito no que estamos vivendo na Seleção. É tudo muito novo pra mim, mas mas eu tô adorando”, vibrou a atleta, cuja velocidade e intensidade em campo já se refletem nos números com a Amarelinha.







































