Esporte News Mundo
·22 de junho de 2026
Olise diz não às marcas e toma decisão rara entre os craques

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·22 de junho de 2026

Michael Olise é um dos grandes nomes da seleção francesa na Copa do Mundo e também um dos principais candidatos aos prêmios individuais da temporada. Fora dos gramados, porém, uma decisão do atacante do Bayern de Munique chama tanta atenção quanto suas atuações: ele abre mão de contratos milionários de patrocínio que poderiam aumentar significativamente seus ganhos.
Diferentemente da maioria das estrelas do futebol mundial, Olise não possui acordo com nenhuma fabricante de chuteiras. Mesmo recebendo propostas frequentes das principais marcas do mercado, o francês opta por permanecer sem vínculo comercial para manter total liberdade sobre o que utiliza dentro de campo.
A escolha está diretamente relacionada ao conforto e à estética. O jogador gosta de selecionar pessoalmente os modelos que usa em cada partida, levando em consideração não apenas o desempenho esportivo, mas também a combinação visual com o uniforme de sua equipe.
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Mbappé comemorando um dos gols de Olise (Divulgação/Equipe de France)
Os torcedores mais atentos já perceberam esse padrão. Quando atua com o uniforme vermelho do Bayern de Munique, por exemplo, Olise costuma utilizar chuteiras da mesma cor. Já com uniformes mais claros, como a camisa reserva da França, a preferência costuma ser por modelos brancos que harmonizem com o restante do conjunto.
Essa postura contrasta com a realidade da maioria dos atletas de elite. Muitos jogadores são obrigados contratualmente a utilizar modelos específicos definidos pelas marcas patrocinadoras, especialmente durante grandes competições, transformando o campo em uma importante vitrine comercial para novos produtos.
Segundo pessoas próximas ao atleta, em declaração ao jornal francês L’Équipe, Olise não demonstra interesse em assinar esse tipo de acordo. A decisão ganha ainda mais relevância quando comparada aos valores do mercado: atualmente, contratos de patrocínio de chuteiras podem render dezenas de milhões por ano aos principais jogadores do mundo. Mesmo diante desse cenário, o francês segue priorizando liberdade, conforto e identidade visual.







































