Fala Galo
·18 de abril de 2026
“Operação Cissé”: Atlético traça planos para ajudar na adaptação do jovem

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·18 de abril de 2026

Por Betinho Marques e Jonatas Berto
Meio-campista que caiu no gosto da torcida do Atlético, Mamady Cissé tem ganhado cada vez mais atenção no dia a dia do clube. Captado no futebol nigeriano, o guineense já mostrou ter futebol para atuar em alto nível no Brasil. O desafio, agora é outro – e está fora do campo.
Vindo de outro continente, o meia tem muito mais desafios para se adaptar à cultura, linguagem e costumes da América do Sul. E é aí que começa o plano traçado pelo Galo, para garantir a adaptação total da joia ao Brasil, e proporcionar um desenvolvimento tranquilo e alegre de seu futebol.
Operação Cissé
Os primeiros passos já foram dados. O guineense teve o seu contrato extendido até 2030, com direito a valorização salarial, e aumento da multa rescisória. Agora, os próximos passos envolvem questões extracampo.
Para quebrar a barreira linguística, que é a principal barreira de adaptação, Cissé tem, à sua disposição, um profissional que auxilia na tradução da língua portuguesa, e dá aulas de português. A língua oficial de Guiné é o francês.
Apesar de bem acolhido internamente, o jogador precisa se sentir totalmente em casa. Para isso, o Atlético tem o plano de trazer um familiar de Cissé para o Brasil – alguém com quem ele possa contar, e possa conviver rotineiramente.
Por último, mas não menos importante, o meia deve ganhar uma moradia própria. Hoje, o jogador mora na Cidade do Galo, e o plano é proporcionar o aluguel de um apartamento, onde ele terá mais privacidade.
Com uma operação tão complexa por fazer, o Atlético deixa algo muito claro. O clube não vai medir esforços para lapidar um jovem que, com pouco tempo de futebol profissional, já mostrou ter um futuro brilhante pela frente.









































