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Revista Colorada

·29 de março de 2026

Organizada do Inter denuncia ofensa racista de dirigente do Grêmio em Gre-Nal

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Enquanto o Campeonato Brasileiro masculino está paralisado em virtude da Data Fifa, o mesmo não ocorre com a versão feminina do torneio. Na tarde do último sábado, inclusive, as Gurias Coloradas sofreram uma pesada derrota. Mesmo jogando no campo do Sesc Protásio Alves, o Internacional foi superado no clássico Gre-Nal.

O rival bateu o Clube do Povo por 2 a 1, mas mesmo assim o Grêmio segue atrás na classificação. De quebra, o Colorado segue à frente do rival no histórico da rivalidade na categoria. Considerando os confrontos desde a década de 80, já são 48 partidas, com 22 vitórias, contra apenas 16 triunfos do adversário.


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Depois do confronto, contudo, o clássico ficou marcado por uma atitude lamentável. De acordo com nota oficial divulgada pela torcida “Camisa 12”, um dirigente do Grêmio teria utilizado a expressão “macaco” para atacar um representante da torcida do Internacional que acompanhava a partida nas arquibancadas.

Conforme atualização do caso pelo portal “ge”, um boletim de ocorrência foi aberto por um dos torcedores. A acusação é contra Bárbara Fonseca, diretora executiva do futebol feminino do Grêmio. A partir disso, imagens do caso já foram solicitadas pela Polícia ao Sesc. Em comunicado, o rival afirmou ser “inverídica” a acusão. Já a Federação Gaúcha garantiu estar acompanhando de perto os desdobramentos do caso. Por fim, o perfil das Gurias Coloradas também reforçou que está à disposição das autoridades para investigar a acusação.

Confira a nota oficial:

“Na tarde deste sábado, no estádio do Sesc, estivemos presentes em partida válida pelo Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, entre Internacional e Grêmio, a qual terminou com vitória da equipe adversária. Ao final do confronto, presenciamos um episódio lamentável. Ao invés de se limitar à comemoração do resultado, a diretora executiva da equipe adversária dirigiu-se a um de nossos diretores com as seguintes ofensas: ‘sai, filho da puta, macaco, filho da puta’.

Nós, uma torcida com 56 anos de história, sempre nos posicionamos a favor da igualdade e no combate a qualquer tipo de preconceito. Diante disso, repudiamos veementemente o ocorrido e esperamos que as devidas providências sejam tomadas, com a responsabilização dos envolvidos. Não ao preconceito, não ao racismo!”.

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