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·29 de setembro de 2026
Palmeiras 2 x 0 Corinthians em 1943: dois gols de Lima no Derby

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Em 23 de maio de 1943, o Palmeiras venceu o Corinthians por 2 a 0, com um gol de Lima em cada tempo. A Gazeta afirmou no dia seguinte que o “XI campeão” havia dado sua própria feição ao Derby.
A expressão e a análise pertencem ao jornal daquele período. O documento, guardado no acervo do Portal do Palestra, registra um clássico no primeiro ano completo do clube sob o nome Palmeiras.
A Gazeta, 24 de maio de 1943: o Palmeiras venceu o Corinthians por 2 a 0, com dois gols de Lima.
Ficha do Derby
Publicação: A Gazeta | Data: 24 de maio de 1943 | Jogo: 23 de maio de 1943 | Partida: Palmeiras 2 x 0 Corinthians | Autor dos gols: Lima, um em cada tempo | Contexto: fim da invencibilidade corintiana | Formação citada: Oberdan; Junqueira e Oswaldo; Brandão, Og e Gengo; Ministrinho, Lima, Caxambu, Viladoniga e Jorginho | Acervo: Portal do Palestra.
A manchete relacionou a atuação à condição de campeão. O Palmeiras controlou os momentos decisivos, protegeu sua defesa e encontrou em Lima o jogador capaz de transformar o domínio em gols.
A temporada de 1943 contextualiza o clássico. A página histórica do Corinthians como adversário permite acompanhar todos os capítulos estatísticos do Derby.
O atacante abriu o placar antes do intervalo e voltou a marcar na etapa final. A repetição deu forma ao 2 a 0: um gol em cada período, separados pela capacidade palmeirense de manter a vantagem sem perder iniciativa.
O resultado também encerrou uma sequência invicta do Corinthians mencionada na cobertura. Mais que vencer o rival, o Palmeiras alterou o curso daquele momento esportivo e reforçou a autoridade herdada da equipe campeã de 1942.
A defesa teve papel igualmente importante. Ao terminar o clássico sem sofrer gols, o time impediu que o Corinthians encontrasse caminho para uma reação e deu estabilidade aos dois momentos decisivos de Lima. O placar combina, portanto, eficiência ofensiva e controle coletivo.
O time reunia Oberdan, Junqueira, Oswaldo, Brandão, Og, Gengo, Ministrinho, Lima, Caxambu, Viladoniga e Jorginho. Vários deles atravessaram a mudança de Palestra Italia para Palmeiras e ajudaram a dar continuidade esportiva ao clube.
A discussão pública sobre a nova identidade aparece no documento sobre o debate do nome Palmeiras em 1943. Dentro de campo, vitórias como esta naturalizavam o escudo e o nome diante do público.
O clássico ocorreu menos de um ano depois da Arrancada Heroica. Por isso, a escalação funciona como ponte humana entre as duas denominações. A permanência dos atletas e da competitividade demonstrava que a mudança institucional não havia interrompido o projeto esportivo construído nas décadas anteriores.
A página se soma à história inicial do Derby entre Palestra e Corinthians e prolonga aquela rivalidade sob o novo nome. Na Enciclopédia Alviverde, ela conecta o clássico, seus jogadores e a consolidação institucional de 1943.







































