Portal do Palestra
·04 de setembro de 2026
Palmeiras fecha a janela perto da meta e escolhe a base para repor Allan

In partnership with
Yahoo sportsPortal do Palestra
·04 de setembro de 2026

A venda de Allan ao Manchester City deixou o Palmeiras a um passo da meta de receita com transferências prevista no orçamento de 2026. O documento divulgado pelo clube estimava R$ 399,6 milhões em negociações de atletas no ano; com a saída do meio-campista, por R$ 240 milhões, e a de Riquelme Fillipi ao Inter Miami, por R$ 30 milhões referentes a 60% dos direitos econômicos, o total chega a cerca de R$ 380 milhões — mais de 95% do previsto. A conta das finanças do clube fecha o ano no azul nesse capítulo.
A posição inicial da diretoria para a janela era outra: manter os principais ativos e alcançar a meta com vendas secundárias. A proposta do City reescreveu o plano. Allan se tornou a terceira maior venda da história do Palmeiras, atrás apenas de Estêvão, negociado com o Chelsea, e de Endrick, vendido ao Real Madrid — e à frente do zagueiro Vitor Reis, que havia saído para o próprio City.
399,6 R$ milhões
a meta de receita com venda de atletas prevista pelo Palmeiras no orçamento de 2026
Palmeiras
O clube não pretende usar a receita da negociação para uma contratação de peso. A diretoria segue atenta a oportunidades, mas não deve repetir o desembolso das chegadas de Jhon Arias e Vitor Roque, cada uma na casa dos 25 milhões de euros. Abel Ferreira já havia esfriado a expectativa ao falar do critério definido pela presidente.
Confirmado Atualizado 3 de setembro de 2026
As saídas de Allan e de Riquelme Fillipi estão concluídas. Ainda podem ampliar a receita as opções de compra de Micael, fixada em 5,5 milhões de euros, e de Luighi, em 6 milhões de dólares — ambos emprestados a clubes dos Estados Unidos, e ambas dependentes de decisão dos respectivos times. A janela do futebol brasileiro fecha em 11 de setembro.
A lacuna deixada por Allan no meio-campo deve ser preenchida por quem já está no clube. Heittor é o nome mais avançado nessa fila, e atrás dele vem o quinteto que decide o Brasileirão Sub-20 nesta sexta-feira: Erick Belé, Luis Pacheco, Koné, Benedetti e Felipe Teresa.
É a mesma engrenagem que produziu o próprio Allan, Estêvão e Endrick — só que agora cobrada a entregar rendimento imediato no time principal, e não daqui a duas temporadas. A final de sexta, no Nubank Parque, vira também uma vitrine para a diretoria.







































