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·09 de maio de 2026

Palmeiras nas finais da Copa Libertadores: todas as decisões continentais do Verdão

Imagem do artigo:Palmeiras nas finais da Copa Libertadores: todas as decisões continentais do Verdão

Poucos clubes brasileiros têm uma relação tão profunda com a Copa Libertadores quanto o Palmeiras. O torneio continental, que por décadas foi tratado como uma obsessão pela torcida alviverde, acabou se transformando em um dos maiores símbolos da grandeza recente e histórica do clube.

Das primeiras decisões nos anos 1960, quando o futebol sul-americano ainda consolidava sua principal competição de clubes, até as finais únicas da era moderna, o Verdão atravessou diferentes gerações, formatos, adversários e contextos. Foi vice diante de gigantes tradicionais, conquistou a América pela primeira vez em 1999, viveu uma frustração dolorosa em 2000 e voltou ao topo com os títulos de 2020 e 2021.


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Ao todo, o Palmeiras disputou sete finais de Libertadores: 1961, 1968, 1999, 2000, 2020, 2021 e 2025. O retrospecto inclui três títulos e quatro vice-campeonatos, consolidando o clube como um dos protagonistas brasileiros na história da competição.

Mais do que uma simples lista de decisões, a trajetória do Palmeiras nas finais da Libertadores ajuda a explicar a formação da identidade continental do clube: um time que aprendeu com derrotas, construiu ídolos em noites decisivas e transformou a busca pela Glória Eterna em parte essencial da sua história.

Finais do Palmeiras na Copa Libertadores

Levantamento considera as decisões disputadas pelo Palmeiras na Copa Libertadores da América até 2025.

1961: o primeiro brasileiro finalista da Libertadores

A primeira final de Libertadores do Palmeiras aconteceu em 1961, contra o Peñarol, do Uruguai. A competição ainda era jovem, mas já carregava o peso de reunir os principais campeões nacionais do continente. O Verdão chegou à decisão como representante brasileiro após a conquista da Taça Brasil de 1960.

O adversário era um dos clubes mais fortes da América do Sul. O Peñarol havia sido campeão da primeira edição da Libertadores, em 1960, e tinha uma equipe experiente, acostumada a decisões internacionais e ao ambiente hostil do futebol continental.

No primeiro jogo, disputado no Estádio Centenário, em Montevidéu, o Palmeiras perdeu por 1 a 0. Na volta, no Pacaembu, o Verdão buscou o empate por 1 a 1, mas o resultado não foi suficiente para mudar o destino da taça. O Peñarol ficou com o título, e o Palmeiras terminou como vice-campeão.

Apesar da frustração, aquela campanha teve peso histórico. O Palmeiras se tornou o primeiro clube brasileiro a disputar uma final de Libertadores, abrindo caminho para a presença cada vez mais forte dos clubes do país na competição. Para a Enciclopédia do Portal do Palestra, essa final se conecta diretamente com conteúdos sobre a Primeira Academia, Djalma Santos, Julinho Botelho e a história completa do clube.

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Final da Libertadores de 1961 entre Peñarol x Palmeiras

1968: a Academia volta à decisão contra o Estudiantes

Sete anos depois da primeira final, o Palmeiras voltou a disputar a decisão da Libertadores. Em 1968, o adversário foi o Estudiantes, da Argentina, equipe que iniciava um período dominante no continente.

A decisão foi disputada em três jogos. No primeiro, o Estudiantes venceu por 2 a 1. Na volta, o Palmeiras reagiu com uma vitória por 3 a 1, resultado que forçou uma partida extra. O duelo decisivo foi realizado no Estádio Centenário, em Montevidéu, e terminou com vitória argentina por 2 a 0.

A final de 1968 marcou mais um capítulo doloroso da relação do Palmeiras com a Libertadores, mas também reforçou a força continental do clube em uma época na qual o futebol brasileiro ainda tentava se firmar no torneio. O Palmeiras tinha um dos elencos mais talentosos do país e carregava a identidade da Academia, mas encontrou um Estudiantes competitivo, intenso e moldado para decisões.

Esse capítulo é importante para explicar que a obsessão alviverde pela Libertadores não nasceu em 1999. Ela começou décadas antes, com equipes históricas que bateram na trave e criaram uma memória coletiva em torno da conquista continental.

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Final da Libertadores de 1968 entre Estudiantes x Palmeiras

1999: a Glória Eterna com Felipão, Marcos e uma geração imortal

A final de 1999 é uma das noites mais importantes da história do Palmeiras. Depois de dois vice-campeonatos nas décadas anteriores, o clube enfim conquistou a América.

O adversário foi o Deportivo Cali, da Colômbia. No jogo de ida, fora de casa, o Palmeiras perdeu por 1 a 0. A derrota aumentou a pressão para a volta, disputada no antigo Palestra Italia, mas também criou o cenário perfeito para uma das grandes noites da história alviverde.

Em São Paulo, o Palmeiras venceu por 2 a 1 no tempo normal. Como o regulamento da época não utilizava o saldo de gols na final, a decisão foi para os pênaltis. Foi ali que Marcos entrou definitivamente no altar dos maiores ídolos do clube. O goleiro, que já vinha sendo decisivo durante toda a campanha, brilhou nas cobranças e ajudou o Verdão a vencer por 4 a 3.

O título de 1999 representa muito mais do que uma conquista continental. Ele simboliza o auge de uma geração competitiva, liderada por Luiz Felipe Scolari, com jogadores como Marcos, Arce, Júnior, César Sampaio, Alex, Zinho, Evair, Oséas e Paulo Nunes. Foi a Libertadores que coroou a Era Parmalat e colocou o Palmeiras no topo da América.

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Felipão levanta o troféu da Libertadores 1999 pelo Palmeiras

2000: o vice contra o Boca e uma das maiores frustrações continentais

Um ano depois de conquistar a América, o Palmeiras voltou à final da Libertadores. Em 2000, o adversário foi o Boca Juniors, da Argentina, em uma decisão que se tornaria uma das mais dolorosas da história recente do clube.

O primeiro jogo foi disputado em La Bombonera e terminou empatado por 2 a 2. O resultado deixou a decisão aberta para a volta, em São Paulo. No Morumbi, Palmeiras e Boca empataram por 0 a 0, levando a disputa para os pênaltis.

Nas cobranças, o Boca Juniors levou a melhor e ficou com o título. Para o Palmeiras, ficou a sensação de que o bicampeonato continental esteve muito perto. A equipe comandada por Felipão manteve a competitividade da geração campeã de 1999, mas esbarrou em um adversário que se tornaria um dos grandes símbolos da Libertadores no início dos anos 2000.

A final de 2000 também ampliou a rivalidade entre Palmeiras e Boca Juniors no torneio. Os confrontos entre os clubes se repetiriam em outros momentos decisivos da Libertadores, sempre carregados de tensão, peso histórico e memória emocional para o torcedor alviverde.

2020: o bicampeonato contra o Santos no Maracanã

A Libertadores de 2020 foi atípica desde o início. A competição foi interrompida pela pandemia, teve calendário estendido e terminou apenas em janeiro de 2021. Para o Palmeiras, porém, ela se transformou em uma campanha histórica.

Sob o comando de Abel Ferreira, que chegou ao clube no decorrer da temporada, o Verdão construiu uma trajetória forte, com vitórias marcantes, desempenho ofensivo e um elenco que encontrou equilíbrio no momento decisivo.

A final foi contra o Santos, no Maracanã. Em um jogo tenso, estudado e travado, a decisão parecia caminhar para a prorrogação. Até que, nos acréscimos, Breno Lopes marcou de cabeça e fez o gol do título.

O 1 a 0 sobre o Santos encerrou um jejum de mais de duas décadas sem Libertadores e abriu uma nova era continental para o Palmeiras. A conquista de 2020 recolocou o clube no centro do futebol sul-americano e deu início ao ciclo mais vencedor da história recente alviverde.

Essa final também tem enorme valor simbólico por ter sido uma decisão brasileira, contra um rival paulista e em um palco histórico como o Maracanã. Para a estratégia de SEO da Enciclopédia, ela se conecta com conteúdos sobre Abel Ferreira, Weverton, Gustavo Gómez, Raphael Veiga, Rony, Breno Lopes, a conquista da Libertadores 2020 e a Copa do Brasil 2020, que completou uma temporada memorável.

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O goleiro Weverton, de joelhos ao centro, na conquista do Palmeiras na Libertadores 2020 (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

2021: o tricampeonato contra o Flamengo em Montevidéu

Se 2020 recolocou o Palmeiras no topo da América, 2021 consolidou o clube como potência continental da era moderna.

A final contra o Flamengo, no Estádio Centenário, em Montevidéu, reuniu dois dos elencos mais fortes do futebol brasileiro. O Palmeiras abriu o placar logo no início, com Raphael Veiga. O Flamengo empatou no segundo tempo, com Gabigol, e a partida foi para a prorrogação.

No tempo extra, Deyverson aproveitou erro de Andreas Pereira, avançou e marcou o gol que deu ao Palmeiras o tricampeonato da Libertadores. O 2 a 1 entrou imediatamente para a galeria dos grandes jogos da história alviverde.

A conquista teve peso especial por vários motivos. O Palmeiras se tornou bicampeão consecutivo da Libertadores, repetindo um feito raro no futebol brasileiro moderno. Abel Ferreira consolidou seu nome como um dos maiores técnicos da história do clube. Jogadores como Weverton, Gustavo Gómez, Raphael Veiga, Dudu, Rony e Deyverson ganharam lugar definitivo na memória do torcedor.

Mais do que uma taça, a final de 2021 marcou a afirmação de uma era. O Palmeiras deixou de ser apenas um campeão recente e passou a ser visto como um dos times mais fortes e competitivos do continente.

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Palmeiras levanta troféu de Campeão da Libertadores 2021

2025: nova final contra o Flamengo e mais um capítulo da rivalidade

A final de 2025 acrescentou mais um capítulo à rivalidade continental entre Palmeiras e Flamengo. Depois da decisão vencida pelo Verdão em 2021, os clubes voltaram a se encontrar em uma final de Libertadores, agora com desfecho favorável ao time carioca.

A decisão foi disputada em Lima, no Peru, e terminou com vitória do Flamengo por 1 a 0. O gol saiu no segundo tempo, em jogada de bola parada, e definiu o título rubro-negro.

Para o Palmeiras, o vice de 2025 representou uma nova frustração em final, mas também reforçou a presença constante do clube entre os protagonistas da Libertadores. Chegar novamente à decisão mostrou a manutenção de um padrão competitivo alto em nível continental.

Esse ponto é importante para a leitura histórica: o Palmeiras deixou de ser um clube que buscava a Libertadores como obsessão distante e passou a ser uma presença frequente nas fases decisivas. A sequência recente, com títulos em 2020 e 2021 e nova final em 2025, confirma o Verdão como um dos principais nomes brasileiros da competição no século XXI.

O que as finais dizem sobre a história continental do Palmeiras

As finais de Libertadores do Palmeiras contam uma história de persistência. Em 1961 e 1968, o clube chegou perto em um período de afirmação do futebol brasileiro na competição. Em 1999, transformou a espera em título. Em 2000, ficou a um passo do bicampeonato. Em 2020 e 2021, viveu o auge continental da era moderna. Em 2025, voltou à decisão e reforçou sua presença entre os gigantes da América.

Esse conjunto de finais também mostra como a Libertadores atravessa diferentes fases do clube. A Primeira Academia, a Era Parmalat e a era Abel Ferreira aparecem como pilares da grandeza palmeirense no torneio.

Não por acaso, muitos dos maiores ídolos do Palmeiras têm ligação direta com decisões continentais. Marcos virou santo em 1999. Abel Ferreira entrou para a história com dois títulos. Raphael Veiga marcou em final. Deyverson se tornou personagem eterno em Montevidéu. Breno Lopes virou nome inesquecível no Maracanã.

A Libertadores, portanto, não é apenas uma competição no currículo do Palmeiras. É uma linha narrativa que ajuda a explicar a grandeza, as dores, as glórias e a identidade do clube.

Resumo estatístico das finais

7 finais disputadas

3 títulos conquistados

4 vice-campeonatos

2 finais contra o Flamengo

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Depois de relembrar todas as finais do Palmeiras na Libertadores, aprofunde a história do Verdão em outros capítulos especiais.

Perguntas Frequentes

Quantas finais de Libertadores o Palmeiras disputou?

O Palmeiras disputou sete finais de Copa Libertadores: 1961, 1968, 1999, 2000, 2020, 2021 e 2025.

Quantas Libertadores o Palmeiras tem?

O Palmeiras tem três títulos de Libertadores: 1999, 2020 e 2021.

Contra quem o Palmeiras ganhou suas Libertadores?

O Palmeiras venceu o Deportivo Cali em 1999, o Santos em 2020 e o Flamengo em 2021.

Quais finais de Libertadores o Palmeiras perdeu?

O Palmeiras foi vice-campeão em 1961 contra o Peñarol, em 1968 contra o Estudiantes, em 2000 contra o Boca Juniors e em 2025 contra o Flamengo.

Qual foi a primeira final de Libertadores do Palmeiras?

A primeira final de Libertadores do Palmeiras foi em 1961, contra o Peñarol, do Uruguai.

Qual foi a final mais marcante da Libertadores para o Palmeiras?

A final de 1999 é uma das mais simbólicas, pois marcou o primeiro título continental do clube. As conquistas de 2020 e 2021 também são históricas por recolocarem o Palmeiras no topo da América na era moderna.

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