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·01 de outubro de 2026

Palmeiras perde a bet, mas a Puma sinaliza que quer ficar

Imagem do artigo:Palmeiras perde a bet, mas a Puma sinaliza que quer ficar

No mesmo mês em que perdeu o patrocinador máster por decisão do governo federal, o Palmeiras recebeu um sinal na direção contrária: a Puma manifestou, em conversas informais, interesse em seguir como fornecedora de material esportivo do clube depois de 2028 — quando ainda faltam mais de dois anos para o contrato atual vencer. A informação foi publicada pelo site Torcedores.com, em reportagem assinada por Douglas Nunes.

O que existe, e o que ainda não existe

Não há negociação formal em andamento. O que houve foi uma sinalização, em conversa, de que a empresa pretende discutir uma nova renovação. Nenhuma das duas partes abriu mesa, apresentou proposta ou fixou prazo. Mas o gesto, antecipado em dois anos, diz algo sobre a posição que o clube ocupa na estratégia da marca alemã no Brasil.


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Sondagem Atualizado 01/10/2026

Puma depois de 2028

A fornecedora sinalizou informalmente a intenção de renovar além de 2028. Não há negociação oficial aberta, proposta apresentada nem prazo definido. O contrato em vigor segue até dezembro de 2028.

Uma parceria que já passou dos sete anos

Puma e Palmeiras estão juntos desde 2019. O contrato foi renovado até o fim de 2028 e prevê cerca de R$ 50 milhões por temporada, valor que pode chegar a R$ 60 milhões com o cumprimento de metas. É a segunda maior linha de patrocínio do clube, atrás apenas do máster.

2028

é até quando vai o contrato atual com a Puma; a parceria começou em 2019 e já passa dos sete anos

Contrato de fornecimento de material esportivo

Por que o recado chega em boa hora

O Palmeiras entrou em outubro sem saber quanto vai arrecadar com o espaço nobre da camisa. A medida provisória que encerrou as apostas de quota fixa tirou a Sportingbet do uniforme, o caso está no Supremo com o ministro Luiz Fux e a diretoria já estuda como repor a receita. Num cenário assim, saber que a fornecedora quer renovar reduz pelo menos uma incerteza do orçamento.

Há também o lado esportivo. O clube chega a outubro vivo nas três competições que disputa, com semifinal de Libertadores contra o Fluminense e semifinal de Copa do Brasil contra o Vasco — exposição que vale dinheiro para quem estampa a marca na camisa. Enquanto o clube tenta virar o déficit acumulado no ano, um contrato longo com a fornecedora é dos poucos pontos do orçamento que não dependem do calendário judicial.

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