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·13 de março de 2026
Palmeiras sai na frente, mas perde do Vasco no Rio

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·13 de março de 2026

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O que aconteceu: O Palmeiras perdeu para o Vasco por 2 a 1, em São Januário, e viu a liderança do Brasileirão sofrer o primeiro grande abalo após o título paulista.
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Impacto: O Verdão interrompe o embalo do estadual e acende o alerta sobre o custo físico e emocional do pós-taça.
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Próximo passo: O time de Abel tenta responder rápido contra o Mirassol, no reencontro com o Allianz Parque.
Vasco x Palmeiras parecia desenhado para mais uma noite de afirmação do Verdão, mas terminou como o primeiro grande choque de realidade do pós-título. Em São Januário, o time de Abel Ferreira saiu na frente com Flaco López, aos 39 minutos do primeiro tempo, mas levou a virada no segundo tempo e perdeu por 2 a 1. Thiago Mendes marcou aos 62, e Cuiabano fechou o placar aos 73.
A derrota pesa porque chega logo depois da conquista do Paulistão e desmonta a sensação de continuidade automática que rondava o Palmeiras. O campeão estadual foi ao Rio para defender a liderança e voltou com um alerta: nem sempre a euforia da taça atravessa a semana sem cobrar preço.
O primeiro tempo parecia seguir o roteiro que o palmeirense gostaria. O time controlava melhor a temperatura da partida e encontrou o gol com Flaco López aos 39 minutos, abrindo vantagem fora de casa em um estádio carregado de pressão.
O problema é que a vantagem não virou domínio duradouro. O Palmeiras foi para o intervalo em vantagem, mas sem matar o jogo. E, contra um Vasco pressionado em São Januário, isso quase sempre deixa a partida aberta demais para quem está vencendo.
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A virada vascaína nasceu justamente quando o jogo ficou mais físico, mais emocional e mais desordenado. Thiago Mendes empatou aos 62 minutos e devolveu vida total ao time carioca. Pouco depois, aos 73, Cuiabano virou a partida e mudou completamente o peso da noite.
Esse trecho do jogo diz muito sobre a derrota. O Palmeiras não foi apenas superado no placar. Foi engolido pelo contexto do segundo tempo. Perdeu o controle do ritmo, deixou o adversário crescer e não conseguiu reconstruir a própria autoridade depois do empate.
Nos minutos finais, o time até tentou reagir. Andreas Pereira obrigou Léo Jardim a fazer defesa importante aos 96, e Allan também parou no goleiro quase em cima da linha aos 94. Mas o Palmeiras já jogava no impulso, muito mais na urgência do que na clareza.
Esse tipo de pressão final costuma enganar o torcedor no calor do jogo. Ela mostra volume emocional, mas nem sempre controle real. O Verdão criou, empurrou e tentou, só que já correndo atrás de um cenário que ele mesmo deixou escapar.
O tropeço em São Januário não vale apenas três pontos perdidos. Ele acerta um momento delicado do calendário. O Palmeiras vinha de uma final, de um título, de desgaste alto e de mudanças importantes no time. Quando uma derrota aparece nesse contexto, ela rapidamente deixa de ser casual e passa a ser lida como sinal.
O sinal, neste caso, é claro: o pós-taça exige mais gestão do que entusiasmo. Abel já vinha mexendo no time por desgaste e lesões. A derrota reforça que a temporada começou a cobrar o elenco antes mesmo de março terminar.
Não dá para ler esse 2 a 1 só pelo mapa tático. O Vasco venceu também porque soube fazer São Januário entrar no jogo. Quando empatou, inflamou o estádio. Quando virou, jogou o peso emocional todo no colo do Palmeiras.
E esse talvez tenha sido o maior contraste da noite: o Verdão entrou como líder e campeão recente, mas o time que parecia mais faminto quando o jogo incendiou foi o da casa. Em campeonato longo, essas noites dizem muito sobre maturidade competitiva.
O problema é imediato: administrar a primeira pancada forte do time no Brasileirão logo depois de uma semana de festa. A chance também: usar a derrota cedo para corrigir rota sem trauma irreversível.
Esse tipo de tropeço pode contaminar ou pode ajustar. Tudo vai depender da resposta do Palmeiras no próximo compromisso. E o próximo compromisso tem peso emocional enorme, porque o time reencontra o Allianz Parque e a própria torcida.
Ficha técnica
Campeonato Brasileiro 2026 • 5ª rodada
Vasco
2 x 1
Palmeiras
Data
12 de março de 2026
Horário
19h30 (de Brasília)
Estádio
São Januário (RJ)
Público
Não informado
Renda
Não informada
Gols
Palmeiras: Flaco López, aos 40’/1ºT
Vasco: Thiago Mendes, aos 17’/2ºT; Cuiabano, aos 29’/2ºT
Cartões amarelos
Vasco: Tchê Tchê, Thiago Mendes
Palmeiras: Luighi
Vasco
Técnico: Renato Gaúcho
Léo Jardim; Paulo Henrique, Saldivia, Robert Renan e Lucas Piton (Cuiabano); Hugo Moura (Cauan Barros), Thiago Mendes, Tchê Tchê (Rojas) e Nuno Moreira (Adson); Andrés Gómez e David (Spinelli).
Palmeiras
Técnico: Abel Ferreira
Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Bruno Fuchs e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira, Arias e Luighi; Flaco López e Ramón Sosa.
O Vasco venceu o Palmeiras por 2 a 1, em São Januário. Flaco López marcou para o Verdão, enquanto Thiago Mendes e Cuiabano fizeram os gols da virada carioca.
Flaco López abriu o placar aos 39 minutos do primeiro tempo.
Thiago Mendes empatou aos 62 minutos do segundo tempo, e Cuiabano virou aos 73.
A partida foi disputada em São Januário, no Rio de Janeiro, pela Série A de 2026.
Sim. Allan e Andreas Pereira obrigaram Léo Jardim a fazer defesas importantes na reta final da partida.
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