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·22 de setembro de 2026
Palmeiras tem oito estrangeiros, e cinco ficam até 2030

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O Palmeiras tem oito estrangeiros no elenco profissional, de quatro países. Com a aprovação da redução gradual do limite no futebol brasileiro, saber até quando cada contrato vai deixou de ser detalhe de bastidor: é a conta que decide quem fica e quem sai nos próximos anos.
O Palmeiras tem oito estrangeiros: Gustavo Gómez e Ramón Sosa, do Paraguai; Agustín Giay e Flaco López, da Argentina; Joaquín Piquerez, Alexander Barboza e Emiliano Martínez, do Uruguai; e Jhon Arias, da Colômbia. O meia Maurício, naturalizado paraguaio, não ocupa vaga de estrangeiro por ter dupla cidadania.
A lista é dominada pelo Cone Sul: três uruguaios, dois paraguaios, dois argentinos e um colombiano. Cinco deles têm vínculo até 2030, o que significa que o clube montou o elenco para durar além do prazo em que o teto de gringos será o mais apertado.
Os clubes das Séries A e B aprovaram reduzir o número de estrangeiros relacionados por partida: de nove hoje para oito em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e cinco em 2030. O Palmeiras votou a favor da mudança, mesmo tendo hoje exatamente o número que será o teto do primeiro ano.
Cruzando as duas listas, o desenho fica claro: em 2028, quando o limite cair para sete, só o contrato de Barboza terá vencido. Em 2030, com teto de cinco, os cinco vínculos mais longos ainda estarão de pé. A diferença terá de ser resolvida em janela de transferências.
Maurício se naturalizou paraguaio por ascendência direta e foi convocado por Gustavo Alfaro nesta Data Fifa, mas não ocupa vaga de gringo: nasceu no Brasil e mantém a dupla cidadania. Andreas Pereira, nascido na Bélgica e filho de brasileiros, está na mesma situação. O elenco completo, posição por posição, está na página do elenco.















