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·27 de setembro de 2026
Palmeiras tem reunião com o Governo na terça; Entenda

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·27 de setembro de 2026

Depois de barrar as casas de aposta por medida provisória, o governo marcou reunião com os clubes para esta terça-feira (29). Os ministérios do Esporte e da Fazenda recebem representantes das Séries A e B, e a pauta é o que virá no lugar do dinheiro que sumiu da camisa — no caso do Palmeiras, os R$ 100 milhões por ano do patrocínio máster.
Em negociação Atualizado 27 de setembro de 2026
O governo vai apresentar duas linhas de crédito aos clubes: uma para dívidas já existentes e outra para necessidades futuras. Não há proposta de reposição de receita de patrocínio. A reunião é na terça-feira, 29 de setembro, com os ministérios do Esporte e da Fazenda, e reúne representantes de clubes da Série A e da Série B.
As duas linhas oferecidas tratam de dívida e de fôlego de caixa. Nenhuma repõe a linha de faturamento que o patrocínio representava. Para clubes endividados, prazo e juro baixo ajudam; para quem tinha o dinheiro entrando pela camisa e não tem passivo caro, o alívio é menor — é o caso do Palmeiras, cuja estrutura de receita depende mais de faturamento recorrente do que de rolagem de dívida.
Do lado do governo, a avaliação minimiza o impacto: interlocutores sustentam que muitos clubes estão em situação confortável e que empresas de outros setores já procuram os times para ocupar o espaço das bets. O Palmeiras é exemplo disso — a diretoria já conversa com montadoras interessadas na camisa.
Antes da reunião, dez clubes grandes — entre eles Palmeiras, Flamengo e São Paulo — divulgaram manifesto conjunto contra a proibição. O argumento central é que a conta não pode sobrar para quem vai ao estádio, e que acabar com o mercado regulado prejudica o próprio futebol.
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Clubes da Série A que tinham patrocinador máster de casa de aposta quando a medida provisória foi assinada, entre eles o Palmeiras, que era o quarto em valor
Governo Federal
A conta do governo estima R$ 1,4 bilhão em patrocínios atingidos no futebol. O Palmeiras é o quarto da lista em valor absoluto, atrás de Flamengo, Corinthians e São Paulo, como mostra o levantamento por clube — embora a cota pese pouco mais de 6% da receita alviverde.
A medida provisória tem efeito imediato e ainda precisa passar pelo Congresso para virar lei. Até lá, os contratos vivem num limbo: válidos no papel, inviáveis na operação.







































