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·21 de agosto de 2026
Palmeiras x LDU: o retrospecto é de 2 a 2, e o mando explica tudo

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Palmeiras e LDU vão se encontrar pela quinta vez na história, e o histórico não oferece consolo para nenhum dos dois lados. São quatro jogos disputados, todos pela Libertadores, com duas vitórias para cada equipe. O detalhe que importa para setembro não está no placar geral, e sim em onde cada uma dessas vitórias aconteceu.
Em quatro confrontos, o time visitante nunca venceu. O Palmeiras perdeu as duas vezes que jogou no Equador e ganhou as duas em que recebeu os equatorianos em São Paulo. E é justamente fora de casa que o Verdão vai decidir a vaga nas quartas de final, por ter feito campanha inferior à da LDU na fase de grupos.
As equipes se cruzaram pela primeira vez na fase de grupos da Libertadores de 2009, quando a LDU era a campeã continental em exercício. Em Quito, os donos da casa venceram por 3 a 2 em fevereiro. No returno, em abril, o Palmeiras devolveu com um 2 a 0 em São Paulo. Os dois jogos já anunciavam o padrão que se repetiria dezesseis anos depois.
O reencontro veio em outubro de 2025, com uma vaga na final em disputa. Na altitude do Estádio Rodrigo Paz Delgado, a LDU venceu por 3 a 0 e saiu do jogo de ida com a classificação praticamente encaminhada. O que aconteceu na volta virou capítulo à parte da história recente do clube.
Sete dias depois, o Palmeiras goleou por 4 a 0 em São Paulo e reverteu a desvantagem inteira. Ramón Sosa abriu o placar, Raphael Veiga marcou duas vezes e Bruno Fuchs completou a noite que ficou eternizada pela frase “90 minutos no Allianz Parque é muito tempo”.
O saldo geral é levemente favorável ao Palmeiras: oito gols marcados contra seis sofridos. Só que a distribuição desses gols conta uma história diferente. Nos dois jogos no Equador, o Verdão levou seis e marcou dois. Nos dois em casa, marcou seis e não sofreu nenhum.
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Vitórias do Palmeiras sobre a LDU em solo equatoriano. São dois jogos em Quito, duas derrotas, seis gols sofridos e apenas dois marcados.
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É esse recorte que dá o tamanho do desafio de setembro. Em 2025, o Allianz Parque teve a última palavra e apagou os três gols de desvantagem. Em 2026, a ordem se inverte: o Palmeiras recebe primeiro e vai a Quito para decidir, num estádio onde nunca ganhou. O retrospecto completo contra os equatorianos mostra uma rivalidade curta em número de jogos e desproporcional em peso — as quatro partidas foram todas em fases decisivas ou de mata-mata da Libertadores.
As datas ainda dependem da Conmebol. A previsão é de jogos de ida entre 8 e 10 de setembro e de volta entre 15 e 17 do mesmo mês. Do outro lado da chave, o vencedor de Fluminense e Platense espera na semifinal, o que abre a chance de um duelo brasileiro na fase seguinte. Antes disso, o Palmeiras precisa resolver o confronto com o time que eliminou o Mirassol nos pênaltis em Quito.












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