Revista Colorada
·07 de maio de 2026
Paulo Pezzolano avalia “obrigação” de ganhar a Recopa e destaca utilização da base

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·07 de maio de 2026

Pela terceira vez na história o Internacional conquistou o título da Recopa Gaúcha. Na noite da última quarta-feira, no estádio Bento Freitas, o Colorado até saiu atrás do Brasil de Pelotas, mas mesmo atuando com reservas conseguiu a virada nos minutos finais. Vitinho e Rafael Borré balançaram as redes e garantiram a ida do troféu ao Beira-Rio.
Diante deste cenário, Paulo Pezzolano foi questionado sobre a pressão antes do duelo. O time chegou a receber vaias na chegada ao hotel, na última terça-feira, e viu alguns atletas serem muito cobrados pelo desempenho abaixo. Desta forma, o uruguaio optou por não se estender muito neste recorte, focando na obrigação do resultado e na sequência de partidas.
“Jogo que éramos obrigados a ganhar. E ganhamos. Sabíamos que era um adversário fechado, com gramado ruim, mas ganhamos. E já vamos pensar no próximo jogo em Curitiba”, iniciou o treinador, que também destacou a utilização das categorias de base. Luiz Felipe e Fabrício Prado, por exemplo, estrearam como profissionais no Bento Freitas.
“Estamos trabalhando com os jovens. Estou muito alinhado com o pensamento do clube. Alguns do Sub-17 já treinam conosco. Tudo tem seu tempo. Os jogadores da base vão crescer. O momento do Inter leva tempo. Eu sempre consolidei jovens onde passei. Eu gosto de jogar com a base, mas o Inter tem o seu devido tempo. É um ambiente de pressão. Mas dou parabéns para aqueles que atuaram e que estiveram aqui com o grupo”, acrescentou o técnico, que finalizou falando sobre Rafael Borré e Alan Patrick.
“Borré trabalha muito. Fico muito feliz pelo gol que ele fez. Não era um jogo propício para Alan Patrick. Se vocês o virem treinar todo dia, saberiam a humildade que eles têm. Eles vão virar essa fase porque estão trabalhando muito”, encerrou Paulo Pezzolano, que deve manter a dupla no banco de reservas diante do Coritiba.







































